As Poderosas das Pistas, As Grid Girls

As Poderosas das Pistas, As Grid Girls

A popularidade das Grid Girls há anos faz parte das corridas em quase todas as modalidades de automobilismo e motociclismo!

São as garotas capas de revistas dentro de trajes chamativos e deslumbrantes que fazem a alegria dos pilotos, dos mecânicos e da galera em geral!

E são carinhosamente conhecidas como as gatas do grid, as pit girls, race queens, cada local, ou cada país, batiza com o nome que mais convier, e são elas que aparecem circulando pelo grid, pelo paddock antes e depois de cada corrida. Veja uma pequena demostração nas imagens abaixo:

Sem dúvida é um dos mais atraentes e chamativos apelos que marcam presença em cada autódromo que comparecem, o engraçado é que tem gente que se contenta apenas em posar ao lado delas para uma foto, nem se preocupando que os ídolos verdadeiros são os pilotos!

A popularidade das Grid Girls teve início em 1969! Foi quando a modelo japonesa Rosa Ogawa, garota-propaganda da Cosmo Oil Co, apareceu usando um vestido esvoaçante, capacete, óculos e luvas de pilotagem, isso, porque a empresa estava divulgando a nova gasolina de alta octanagem, então, decidiu incluir a Rosa para ilustrar a campanha! Cá entre nós, foi uma ótima pedida!

E mesmo que a modelo apareceu somente por breves instantes ao lado dos carros patrocinados pela marca, foi o início de uma nova carreira para as garotas, assim, nasceram as Grid Girls!

As mulheres sempre tiveram presentes nos grids e paddocks da F1, só pelo motivo de serem as esposas ou namoradas dos pilotos, ou até parentes de funcionários de equipes ou do autódromo.

E como a cena de Rosa Ogawa foi muito marcante para os patrocinadores, no ano seguinte, em 1970, os bronzeadores Hawaiian Tropic decidiram divulgar o produto colocando belas garotas de biquíni no grid, antes do início das corridas de Le Mans, e depois, em 1983 nas 8 Horas de Suzuka para motos.

Rapidamente os patrocinadores perceberam que seria um dos melhores meios para atrair a atenção do público em geral, e acabou se tornando uma tradição a popularidade das Grid Girls em várias categorias do automobilismo, e claro, sempre com roupas ousadas!

Com o passar dos anos as Grid Girls ganharam tarefas simples como segurar as sombrinhas para os pilotos, as placas de formação do grid, fazer apresentação dos pilotos, posar para fotos com os vencedores, ao lado dos carros, orientar os vencedores no backstage do pódio e até entregar os prêmios.

Toda a produção das Grid Girls envolvem maquiagens pesadas, roupas extravagantes e coladas ao corpo, tudo para transbordar a sensualidade que o público masculino adora ver, e claro, isso, sempre foi alvo de muitas críticas!

Tanto que em alguns países mais conservadores, o trabalho das Grid Girls não é bem-vindo, devido a exposição exagerada do corpo feminino, felizmente não é o caso do no Japão, onde tudo começou, elas recebem status de ídolos entre as garotas, por isso, recebem o apelido de racing queens!

Atualmente a modelo Constance Nunes faz muito sucesso entre o público masculino, afinal, foi considerada a Grid Girl mais sexy do mundo automobilístico!

Gostou da matéria sobre Grid Girls?!

Acesse o site GRID GIRLS e veja mais informações sobre as garotas que anima as pistas de corridas e outros esportes

 

 

Nota
Imagens meramente ilustrativas.
Os direitos autorais de todo o material apresentado neste site são propriedade da Hulk Equipamentos Automotivos Ltda ou do criador original do material, estas imagens foram coletadas de diversas fontes públicas, incluindo sites diferentes, considerando a possibilidade de estar em domínio público. Se alguém tiver qualquer objecção à exibição de qualquer imagem ou notícias, deve trazer ao nosso conhecimento através do e-mail (contato). O mesmo será removido imediatamente, após verificação do crédito. Todas as Marcas e nomes pertencem aos seus proprietários. Outros nomes e marcas podem ser de propriedade de outras empresas.
Declinamos toda e qualquer responsabilidade legal advinda da utilização das informações acessadas nos nossos sites que tem por objetivo a divulgação de informação, diversão e educação dos interessados. Medidas tomadas pelos usuários são de sua inteira responsabilidade. Reiteramos que orientamos sempre a consultar e seguir as instruções presentes no manual do proprietário do seu veículo.

Curiosidades sobre o óleo lubrificante

Curiosidades sobre o óleo lubrificante

Para garantir o bom funcionamento do veículo é preciso muito mais do que lavar, encerar e completar o tanque de combustível. Por isso, um dos procedimentos mais importantes para assegurar o desempenho do automóvel é a troca de óleo regular, uma vez que a lubrificação adequada atenua o atrito entre as peças dentro do motor, o que garante sua potência.

Muitas pessoas, no entanto, possuem dúvidas sobre qual marca usar, qual a periodicidade adequada para a troca e se existem produtos menos agressivos ao meio ambiente. Segundo o consultor técnico da TOTAL Lubrificantes do Brasil, Fábio Silva, “o motorista precisa estar atento à importância e o controle da troca do óleo para manter o veículo em boas condições de uso. Sem isso, a saúde do motor corre perigo e prejuízos podem acontecer”, alerta.

Por isso, o especialista esclarece abaixo as dez principais curiosidades sobre a viscosidade do óleo lubrificante. Muitas dúvidas são verdadeiras enquanto outras são apenas mitos que devem ser desvendados para que o motor seja tratado com toda a atenção que merece.

Óleo de qualidade não envelhece e pode ser utilizado por muitos anos.

MITO – Todos os lubrificantes possuem um período de troca pré-determinado pela montadora do veículo e informado no manual do proprietário. O que define a periodicidade da substituição é a quilometragem ou prazo do produto no motor do veículo. Quando a troca é determinada pela quilometragem, normalmente, está relacionada com o tipo de condução do motorista e a localidade (“cidade/estrada”). No caso da substituição por período, quando o veículo não atingiu a quilometragem estipulada pela montadora, também é necessário realizar a troca do óleo, pois o lubrificante oxida-se em contato com o oxigênio e na presença do calor (condições normais dos motores), além de contaminar, o que faz com que o óleo perca suas propriedades.

Todos os óleos lubrificantes são iguais e podem ser utilizados em qualquer tipo de motor.

MITO – Os lubrificantes não são todos iguais. Existem diferenças de viscosidade e pacote de aditivos, que estão relacionados ao desempenho do produto. Para cada tipo de veículo existe uma especificação de óleo a ser utilizado. O consumidor deve sempre verificar a recomendação da montadora no manual do proprietário.

Posso utilizar qualquer tipo de lubrificante em carros antigos. 

MITO – Carros antigos, que estejam com a manutenção em dia, devem utilizar o mesmo lubrificante que foi recomendado no manual do veículo. Os produtos com maiores viscosidades, como o 25W60, são recomendados para veículos que estejam queimando óleo e esfumaçando, sinais que indicam que o motor está com grandes folgas. Caso o veículo esteja com alta quilometragem, mas não esteja queimando óleo ou esfumaçando, recomenda-se manter a indicação da montadora.

Óleo bom é aquele que não baixa o nível e não precisa de reposição e nem fica preto.

MITO – É normal que baixe o nível do lubrificante durante o uso do veículo, pois no momento da lubrificação do pistão, um pequeno volume de óleo é “queimado” juntamente com o combustível. Essa redução é esperada em qualquer veículo, mas é preciso ficar atento se o consumo do óleo estiver alto, pois pode significar alguma falha mecânica no motor e o ideal é procurar um mecânico. O óleo consumido deve ser reposto. Se o lubrificante ficar preto com o uso é sinal que está cumprindo corretamente sua função, que é a de remover as impurezas do motor e deixá-las ‘flutuando’ no lubrificante até o momento da troca. É extremamente importante que a sujeira esteja no óleo e não no motor para que não venha causar problemas.

Não existe diferença entre os óleos lubrificantes para carro e moto.

MITO – Todos os lubrificantes são compostos por óleo básicos e aditivos. Os lubrificantes para carros e motos são semelhantes, mas não possuem a mesma aditivação, apesar de serem regulamentados pela mesma norma API. Os lubrificantes para motos possuem uma aditivação diferenciada dos carros em função da embreagem ser lubrificada pelo óleo de motor. Sendo assim, a utilização de óleos de carros em motos, por exemplo, pode ocasionar problemas na embreagem da mesma.

Não posso misturar óleo sintético ou semissintético ao mineral.

DEPENDE – Em casos de emergência a mistura pode ser realizada. Mas, esta prática é recomendada apenas em casos de força maior. Os lubrificantes sintéticos ou semissintéticos possuem óleos básicos com características superiores aos óleos minerais. A mistura entre eles gera um desbalanceamento da formulação e, em alguns casos, perda de viscosidade e aditivação, fatores que podem comprometer o desempenho do óleo e deficiência de lubrificação no motor.

O motor deve estar frio na hora de verificar o nível e quente na hora da troca de óleo.

VERDADE – Para medir o nível do óleo é importante aguardar, aproximadamente, 10 minutos após parar o veículo para que o óleo retorne ao Carter, fazendo com que a leitura seja precisa com relação ao volume. Para trocar o óleo é importante que o motor esteja quente, pois desta forma, o produto flui com mais facilidade e carregue com ele a sujeira do motor para que a troca seja realizada rapidamente. Lembrando apenas que o nível correto do óleo é entre o máximo e o mínimo da vareta, ou seja, não se deve manter o nível próximo a nenhuma das extremidades da vareta.

Aditivos melhoram o desempenho do motor.

VERDADE – Os aditivos fazem parte da formulação do produto e melhoram o seu desempenho quando de acordo com as regulamentações API/ACEA. Os aditivos “avulsos”, que são comercializados no mercado, não são recomendados pelos fabricantes de lubrificantes, pois todos os óleos de boa qualidade são formulados com a quantidade de aditivos necessária para que o produto desempenhe perfeitamente sua função. O uso de aditivos errados pode desbalancear a formulação do óleo, ocasionando borra ou, em casos extremos, lubrificação ineficiente do motor.

O óleo recomendado pelo fabricante do veículo é sempre a melhor opção na hora da troca.

VERDADE – Sim, e sempre deve ser seguida a recomendação do fabricante do veículo, que indicam características técnicas importantes a serem seguidas como: viscosidade e o nível de desempenho do lubrificante. A viscosidade do lubrificante pode ser identificada na embalagem, conforme normatização da SAE – Sociedade de Engenharia Automotiva. Óleos multiviscosos são os mais comuns para motores automotivos. Sabe-se que 75% do desgaste do motor ocorrem no momento da partida, em função dos poucos segundos que o motor trabalha a seco, sendo assim, neste momento é essencial que o lubrificante flua o mais rápido possível para lubrificar o motor. Esta é a importância de se utilizar produtos com viscosidade menor no momento da partida, e é uma tendência para os novos projetos, cada vez mais a presença de lubrificantes de baixas viscosidades e que atendam as exigências para redução de consumo de combustível e emissão de gases poluentes. Por isso é extremamente importante seguir a viscosidade recomendada pela montadora. Quanto maior a numeração presente na embalagem do produto, mais viscoso é o óleo. Outra informação importante no momento da escolha do óleo é o nível de performance que é definido pelos institutos específicos, como por exemplo:  API (American Petroleum Institute), ACEA (Association des Constructeurs Européens d’Automobiles), ILSAC ( International Lubricants Standardization and Approval Committee).

As indústrias fabricantes de óleos lubrificantes devem obedecer a regulamentações, que visam garantir a qualidade e, sobretudo, a pouca agressividade dos produtos ao meio ambiente.

VERDADE – Toda empresa fabricante de lubrificante deve seguir as regulamentações na ANP (Agência Nacional de Petróleo), que regulamenta a produção, qualidade, níveis de desempenho, os óleos básicos e demais legislações referentes ao segmento. No nosso caso a Total Lubrificantes, por ser uma das quatro maiores empresas petrolíferas do mundo, conduz seus negócios de modo seguro, visando atender a legislação, além de possuir uma real preocupação com relação à qualidade e meio ambiente.

Fonte: adaptado de www.revistapubliracing.com.br

Nota Imagens meramente ilustrativas. Os direitos autorais de todo o material apresentado neste site são propriedade da Hulk Equipamentos Automotivos Ltda ou do criador original do material, estas imagens foram coletadas de diversas fontes públicas, incluindo sites diferentes, considerando a possibilidade de estar em domínio público. Se alguém tiver qualquer objecção à exibição de qualquer imagem ou notícias, deve trazer ao nosso conhecimento através do e-mail (contato). O mesmo será removido imediatamente, após verificação do crédito. Todas as Marcas e nomes pertencem aos seus proprietários. Outros nomes e marcas podem ser de propriedade de outras empresas. Declinamos toda e qualquer responsabilidade legal advinda da utilização das informações acessadas nos nossos sites que tem por objetivo a divulgação de informação, diversão e educação dos interessados. Medidas tomadas pelos usuários são de sua inteira responsabilidade. Reiteramos que orientamos sempre a consultar e seguir as instruções presentes no manual do proprietário do seu veículo.

Mulheres que Fizeram História no Automobilismo.

Mulheres que Fizeram História no Automobilismo.

Não foram somente os homens que marcaram presença na trajetória do automóvel, algumas mulheres fizeram história no automobilismo também, assim, como nos dias atuais muitas estão fazendo um papel importante na sociedade, como algumas brasileiras por exemplo, é só conferir!

Bertha Benz

Foi graças a Bertha Benz que o automóvel ficou popular, por isso, ficou conhecida como a “mãe” do automóvel, além disso, foi o primeiro piloto de teste da história!

Casada com Karl Benz, no ano de 1888, Bertha dirigiu o Patent-Motorwagen Nº 3, fazendo a primeira viagem de longa distância com veículo motorizado com seus dois filhos, percorrendo cerca de 104 km entre as cidades de Mannheim e Pforzheim.

E como tudo era novidade, enfrentou vários problemas pelo caminho!

Chegou inclusive, a usar um prendedor de cabelos para desobstruir o tubo de combustível que entupiu, isso, permitiu que sugerisse melhorias no carro, como o uso de uma terceira marcha por exemplo, após ter dificuldade para subir uma ladeira com o veículo que tinha somente duas marchas!

Bertha Benz também deu origem a invenção da lona de freios.

Duquesa d’Uzés

A 1 ª habilitação para uma mulher dirigir, foi conseguida em 1898, na França, pela Duquesa Anne d’Uzés e passado 2 meses, conquistou outra façanha, claro, que nos dias de hoje, esse ninguém quer, foi a primeira mulher a receber uma multa de trânsito, por excesso de velocidade!

Imaginem só, o limite na época, era de 12 km/h, e ela passeava tranquilamente a 15 km/h, na época deveria ser algo inaceitável, uma mulher dirigindo e em alta velocidade!

Talvez, por esse motivo, fundou o primeiro clube feminino do automóvel da França!

 

Maria José Pereira Barbosa Lima e Rosa Helena Schorling

Aqui no Brasil em 1932, foi o ano em que as primeiras mulheres tiraram habilitação para dirigir automóvel, foram elas, Maria José Pereira Barbosa Lima, e Rosa Helena Schorling, primeira paraquedista do País, e no ano seguinte em 1933, também tirou carta de moto!

Mary Anderson

O 1º limpador de para-brisa foi inventado em 1903 pela norte-americana Mary Anderson, que durante uma viagem a Nova Iorque viu que os condutores dos bondes precisavam abrir as janelas sempre que chovia.

Por isso, teve a ideia de criar um braço com ponta de borracha onde os condutores poderiam usar de dentro dos bondes por meio de uma alavanca, esta invenção acabou sendo equipamento obrigatório nos veículos nos EUA em 1916.

Madame Camille Du Gast

A primeira mulher a participar de um rali em 1901 foi a francesa Madame Camille Gamond Du Gast, entre as cidades de Paris e Berlim.

Ela dirigia um Panhard-Levassor de 20 cv que não era preparado para corridas, mesmo assim, percorreu 1.105 quilômetros, largando em 122º lugar e terminando em 33º na classificação geral. A prova durou 25 horas e 30 minutos.

Maria Teresa de Filippis

Maria Teresa de Filippis foi a 1ª mulher a participar da Fórmula 1 entre 1958 e 1959, e seu melhor resultado foi 10º lugar no Grande Prêmio da Bélgica em 1958.

Lella Lombardi

Lella Lombardi também dirigiu na fórmula 1, entre 1974 e 1976, seu melhor resultado foi no Grande Prêmio da Espanha em 1975, quando terminou na 6 ª colocação, e foi também a primeira mulher a pontuar na categoria.

Giovanna Amati

A italiana Giovanna Amati foi a última mulher a participar da Fórmula 1, em 1992, quando tentou se classificar nas três primeiras corridas da temporada pela extinta Brabham, como não conseguiu, abandonou a categoria e foi substituída por Damon Hill.

Danica Patrick

Danica Patrick é atualmente piloto da Nascar, e tem o título de mulher mais bem-sucedida no automobilismo!

Ela é norte-americana, e é a 1 ª mulher a conquistar a Pole Position, a primeira posição no grid de largada na Nascar, com vitória obtida no ano de 2013 na prova Daytona 500, a mais importante e tradicional da categoria!

Além disso, ganhou o título de primeira mulher a vencer uma corrida na Fórmula Indy em 2008, e foi também a primeira a subir ao pódio na famosa corrida das 500 Milhas de Indianápolis em 2009 chegando em 3 º lugar!

Mary Barra

Mary Barra, assumiu o cargo de presidente-executiva global da GM em janeiro de 2014, por isso, ficou conhecida como a primeira mulher na história a liderar uma montadora!

Na GM, o histórico de mulheres no comando é grande, como a subsidiária brasileira que já foi comandada por duas norte-americanas, Denise Johnson, que ficou no posto por apenas oito meses entre os anos de 2010 e 2011, e Grace Liblein, que liderou a GM do Brasil entre os anos de 2011 e 2012.

E como não podia ser diferente, a mulher brasileira mais uma vez marca presença com a brasileira Isela Costantini que ocupa destaque nas operações da GM na Argentina, no Uruguai e no Paraguai, por isso, foi escolhida como “CEO do Ano 2015” na Argentina!

 

 

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Lei dos Faróis Baixos Obrigatórios (Lei 13.290/2016)

Lei dos Faróis Baixos Obrigatórios (Lei 13.290/2016)

Começa a valer a partir de 7 de Julho a obrigatoriedade de todos os motoristas no Brasil inteiro, trafegarem pelas rodovias com o farol baixo sempre aceso, isso, vale inclusive para os dias ensolarados!

Essa medida foi aprovada pelo Senado Federal no último mês de abril conforme projeto de lei 156/2015, assim, o motorista que não acatar a ordem de trafegar sempre com o farol baixo aceso, pode ser punido com uma infração média, perder 4 pontos na CNH e ainda, terá de desembolsar R$ 85,13.

Para quem estiver pensando que este valor é baixo e, vale a pena arriscar, é bom que saiba que a partir de Novembro, esse valor sobe para R$ 103,16, mas, por sorte, continua valendo apenas 4 pontos na carteira de habilitação!

Dessa forma, a nova lei 13.290/2016 altera os artigos 40 e 250 do Código de Trânsito Brasileiro, com as seguintes alterações:

Art. 40. O uso de luzes em veículo obedecerá as seguintes determinações:

I – O condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias;

Art. 250. Quando o veículo estiver em movimento:

I – Deixar de manter acesa a luz baixa:

  1. a) Durante a noite;
  1. b) De dia, nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias;
  1. c) De dia e de noite, tratando-se de veículo de transporte coletivo de passageiros, circulando em faixas ou pistas a eles destinadas;
  1. d) De dia e de noite, tratando-se de ciclomotores;

A ideia da nova Lei do Farol baixo foi criada para aumentar a segurança nas rodovias, pois, trata-se de uma medida simples e sem custo significativo, que deve contribuir para a redução de colisões frontais em rodovias, e assim, reduzir a quantidade de mortes nesses tipos de acidentes, visto serem consideradas a principal causa de mortes em rodovias de pistas simples.

Vale lembrar que antes desta lei ser aprovada, trafegar com o farol baixo aceso era exigido somente para os veículos rodarem durante a noite e ao passar pelos túneis em qualquer hora do dia, já nos casos das motos, o uso das luzes sempre foi obrigatório durante o dia e a noite.

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), reforça que essa medida está valendo para qualquer tipo de rodovia, inclusive aquelas que passam por trechos urbanos e também em túneis com iluminação pública.

Em outros países esta medida é aplicada há anos, inclusive, carros mais avançados estão saindo de fábrica sem opção em desligar o farol baixo, já que estudos nesses países comprovam que a mortalidade em acidentes foi reduzida em 250 mil/ano!

 

 

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Guinchos Hidráulicos

Guinchos Hidráulicos

Projetados para elevar diversos tipos de cargas, os Guinchos Hidráulicos facilitaram a vida do operador, quando for necessária a elevação e locomoção de cargas de forma ágil e simples.
Os Guinchos Hidráulicos têm estruturas leves, porém resistentes.

 

guincho-hidraulico-produto

 

 

nosso produto

 

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Corrida no Paraíso em Lontras/SC – 2ª Etapa

Corrida no Paraíso em Lontras/SC – 2ª Etapa

Fausto De Lucca venceu na 1ª etapa do Campeonato Catarinense em Santa Cecília e mira o 5º título no Catarinense de Automobilismo.

Preparem-se para prestigiar a 2ª Etapa do Campeonato Catarinense em Lontras/SC, no Autódromo Automóvel Clube de Lontras.

 

AUTODROMO LONTRAS (3)

 

 

 

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PROCEDIMENTO INSTALAÇÃO ALINHADOR LASER

PROCEDIMENTO INSTALAÇÃO ALINHADOR LASER

PROCEDIMENTO INSTALAÇÃO ALINHADOR LASER

LEIA – LEIA – LEIA – ANTES TODO O PROCEDIMENTO

Descrição para painel 2E4 RODAS – HULK ELEVADORES – Considerações básicas para todo e qualquer tipo de alinhador de painel.

 

Check list para instalação:

Projetor DIVERGENTE CONVERGENTE com nível convergente

Projetor  CONVERGENTE / DIVERGENTE com o nível convergente

tenha borracha para possíveis nivelamentos, alem das chapas que acompanham o painel.

Utilize chumbadores parabolt para fixar o painel ou a estante de elevação ao solo.

 

Antes de instalar o equipamento, verifique as condições do local, se o piso está em condições de receber o alinhador, se existe espaço suficiente para a correta instalação.

Lembre-se de que é necessário pelo menos 3,50m para poder movimentar as escalas do painel.

A distancia ideal do painel (escalas) até o centro do berço ou do prato dianteiro deve ser de 1,70 metros, podendo variar entre 1,65 e 1,75m. (igual em ambos os lados)

MUITO IMPORTANTE

Quando instalado sobre a estante, as distâncias do lado esquerdo e direito da estante até os pratos dianteiros devem ser iguais.

Para painel com alavanca de movimento, alinhe e esquadreje com a alavanca posicionada no meio do movimento.

Instalação direto sobre o piso:

Quando o Painel for instalado diretamente sobre o piso, no caso de valetas, posicione o painel no local, observando a centralização do mesmo com relação ao centro da valeta. O mesmo procedimento com plataformas.

Alinhe e centralize o painel, posicionando as bases de sustentação para que o mesmo fique a 1,70m do centro dos pratos DIANTEIROS;

Marque os furos das bases com broca menor e retire o painel para executar as furações.

Para painéis instalados sobre a estante:

Marque as posições dos furos da base da estante, faça os furos com broca correspondente às buchas de fixação,

Realize as furações e introduza as buchas de fixação em cada furo,

Antes de apertar firme os parafusos, verifique se está alinhado a estante com os pratos dianteiros,

Sempre lembrando que a distancia deve ficar entre 1,65 e 1,75m iguais em ambos os lados, do painel até o centro dos pratos dianteiros. O ideal é de 1,70m

Atenção para possíveis desníveis no solo. Estes deverão ser corrigidos com mantas de borracha ou chapas de aço, utilize nível de bolha tanto para nivelamento vertical como horizontal.

Depois de fixado e nivelado a estante, coloque o painel sobre a base superior da estante.

Confira a distancia de 1,70 m entre as folhas com escalas do painel e o centro do prato dianteiro. (se houver alavanca de movimento, coloque-a no centro do deslocamento)

Confira os dois lados, e ajuste se ocorrer distorções, mesmo que já tenha sido fixado.

ATENÇÃO:

Se durante a fixação do primeiro lado do painel, ele se moveu e a medida se alterou em alguns milímetros/centímetros, transfira a mesma medida encontrada no lado já fixado para o outro lado que será  fixado por último.

  1. 1,685mm, então 1,685mm do outro também

 

Atenção::

Utilize pelo menos 06 chumbadores para fixar a estante ao piso.

 

 

 

Somente para Painéis com Movimento – Alavanca na coluna esquerda

Alavanca para leitura de Alinhamento total.

 

Para alinhar o painel, em ambos os lados, a alavanca de movimento deve estar posicionada no meio de seu movimento e travada.

Posicione a base do lado esquerdo de tal forma que o pino da alavanca esteja no centro do oblongo da base.

A chapa que corre dentro do canal na base, deve ficar afastada 5mm, permitindo que o painel se movimente para frente e para trás, com o auxílio desta alavanca.

Para painéis sobre o piso:

Marque os furos das bases, afaste o painel, fure e introduza as buchas de fixação.

Coloque as chapas niveladoras sobre os furos, por cima delas, as peças móveis da base, (base com alavanca na esquerda e chapa com parafuso na direita) e por cima de tudo, o painel encaixando o parafuso no furo da coluna direita e a chapa no rebaixo da base esquerda.

 

Coloque os parafusos de fixação nas buchas sem apertar totalmente e coloque os parafusos de nivelamento nas bases para posterior uso, se forem necessários;

 

Com o auxílio de um nível de bolha, coloque-o sobre o trilho superior do painel bem no centro e observe como está o nivelamento total do painel, verifique também o nível vertical nas colunas por traz do painel.

 

Caso seja necessário grandes correções, utilize os parafusos das bases para suspender a coluna que estiver mais baixa, caso o desnível seja grande, utilize mantas de borracha por baixo da chapa de nivelamento para facilitar a correção do nível.

Os ajustes finos ocorrem por intermédio dos parafusos de nivelamento que acompanham as bases.

 

Depois de nivelado, os parafusos de fixação (que atravessam todo o conjunto) devem ser apertados para que as chapas não saiam mais do lugar de nivelamento.

 

Ajustando a Linha vertical central de Cambagem:

 

Depois de totalmente nivelado, retire os pratos dianteiros dos berços;

O painel deve estar alinhado com as bases dos pratos (observe a posição da alavanca, caso possua)

coloque as bases da barra de aferição sobre as bases dos berços dos pratos dianteiros;

A distancia da barra até o painel deve ser idêntica em ambos os lados;

Não coloque as bases da barra de aferição sobre os pratos dianteiros)

Inicie por qualquer lado colocando um projetor laser na ponta da barra de aferição, se for o caso, ajuste os parafusos do projetor laser para tirar o máximo de folga dele na ponta do eixo mas permitindo o giro justo sem travar. (utilize graxa para facilitar)

Um por vez, escolha um lado e proceda.

Ligue o laser e inicie a correção da deformação do pino da barra projetando o laser em uma das escalas do próprio painel.

 

Procedimento de ajuste da barra/deformação ao final deste manual

 

ATENÇÃO:

Sempre trabalhe apertando os parafusos de correção da deformação, ambos devem trabalhar sobre pressão das molas. Girando a barra, zere a deformidade da ponta do eixo.

 

Depois de zerado, projete o laser no ponto zero da linha vertical central do painel, bem no centro da cruz, na parte inferior e movimente o projetor seguindo a linha para cima, sem girar o eixo, somente o projetor, até a ponta superior da linha central.

Faça a leitura e veja se será necessária a correção da projeção na escala de cambagem do painel.

O ponto do Laser deve subir do centro da cruz inferior até a ponta da linha central sem sair desta.

Caso a linha central esteja fora da projeção do laser, segue a correção

alinhadores

Para corrigir a linha de cambagem:

Retire a tampa frontal do trilho superior das escalas, puchando-a para frente, com cuidado (somente encaixado);

Observe como movimentar os parafusos dos rodízios que suspendem as folhas de leitura,

Para ajustar esta projeção, utilize das duas roldanas fixadas na extremidade da folha, veja se será necessário baixar ou subir esta ponta do painel para corrigir a projeção.

Estas roldanas são confeccionadas com o eixo fora de centro. Soltando a porca grande, é possível fazer com que as roldanas subam ou desçam movimentando assim a posição das folhas de leitura.

O encaixe de chave Allem permite o giro da roldana e o sextavado de 19 ou 22mm fixa a posição escolhida, mais adequada do conjunto.

Mantenha sempre as roldanas encostadas, a superior na canaleta superior e a inferior na canaleta inferior.

Geralmente a roldana central fica posicionada furo central. Esta não possui eixo excêntrico.

Caso seja necessário, pode ser deslocada para cima ou para baixo mudando sua posição nos furos que se encontram nas laterais.

Após ajustado, confira novamente utilizando o laser, o alinhamento com a linha central vertical do painel, do centro da cruz em baixo até a ponta superior desta no painel.

Para travar o ajuste, segure firme com uma chave Allem correspondente, o parafuso central da roldana e aperte bem firme a porca sextavada externa com a chave correspondente do referido rodízio.

 

Em paineis mais antigos, anteriores a 2004/5, na roldana, é invertida a forma de fixação – consulte.

Após apertado as roldanas, confira novamente se ficou alinhado.

Repita toda a operação agora na outra escala. Tanto faz o lado para início ou término.

Ajustando a CONVERGÊNCIA

cambagem_caster

Depois de alinhado a cambagem em zero nos painéis, projete agora um dos lasers no espelho correspondente (qualquer lado primeiro) e faça que retorne na placa dianteira do projetor. Ajuste a altura de projeção/retorno do laser pelo manípulo que se encontra abaixo da abertura no espelho no painel, movimentando o espelho para frente ou para trás.

O laser deve refletir no espelho (bem na linha horizontal central do painel) e retornar no ponto zero da escala DIVER/CONVER do projetor.

Para ajustar este alinhamento do espelho, veja qual lado deve ser movimentando apertando uma das porcas de fixação do espelho que se encontram na parte traseira do painel, levando o laser até incidir sobre a linha ZERO na escala do projetor.

Nunca afrouxe as porcas, sempre regule apertando.

 

Realize tal operação em ambos os lados.

 

ATENÇÃO. A alavanca de movimento do painel deve estar o tempo todo na posição central do oblongo.

A posição da base deve estar parada no centro do movimento.

 

Confira novamente todas as medidas, deformação, nivelamento, distancias. Agora com os dois lasers ligados e projetando sobre os espelhos, ambos devem estar refletindo nos pontos “zero” das placas de CONVER/DIVER.

 

Ajustando os espelhos em PLATAFORMAS – ajuste fino

 

ligue os projetores nas pontas da barra já corrigidas as deformações e leve-os para traz da rampa observando pela projeção, se as bases do eixo da barra estão alinhadas com as laterais da plataforma. Se perceber desalinhamento, movimente as bases para alinhar o laser e depois retorne o laser para a frente, travando o ponto na linha de centro do painel.

Caso ocorra grande diferença entre um berço dianteiro e outro, esquadreje a plataforma para que ambos os lados fiquem corretamente alinhados com o painel.

 

Para ambas as situações (plataformas ou valetas)

Com os Lasers projetados no centro dos espelhos, reflita o laser de volta a escala DIVER/CONVER dos projetores.

Ajuste a altura movimentando o parafuso de ajuste dos espelhos mas não mexa no alinhamento do laser com a linha de centro do painel.

Ambos devem estar na linha ZERO nas escalas (projetores esquerdo e direito)

 

Estando alinhados no ZERO,

 

Com o auxílio da alavanca, movimente o painel para a frente ou para trás.

A leitura depois do movimento, onde pararem, em ambos os lados devem ser iguais.

Se um lado parou no 6, o outro lado também deve estar no 6.

Caso esteja diferente, provavelmente o painel não foi nivelado corretamente

Confira o nivelamento e realize novos ajustem em todas mas leituras

 

Possíveis ocorrências

 

Com o movimento da alavanca, pode acontecer de, em um dos lados, o laser passar muito para fora e do outro oposto, ir até o 6 ou 7, chegando ao fim de curso da alavanca.

Neste caso, ajuste ambos os espelhos, trazendo a projeção mais para o lado limitado pelo fim de curso, dividindo por igual, tanto para a esquerda quanto para a direita as suas projeções.

Zere novamente e realize a leitura do movimento em ambos.

Exemplo:

 

esquerdo 6←0→6   e   direito 6←0→6

 

ambos os lados com as mesmas leituras

 

o procedimento acima se aplica somente para painéis que possuam alavanca de movimento da coluna esquerda (a frente do motorista)

 

Paineis fixos, sem alavanca não realizam este tipo de leitura, sendo somente necessário o alinhamento dos espelhos com a projeção dos lasers e retorno em suas escalas de diver / conver.

 

Ajuste da barra de deformação:

 

1- coloque a barra sobre suas bases de apoio encaixando estas nos sulcos(canais) da barra. As bases de apoio devem estar sobre os berços dianteiros da valeta ou da plataforma de alinhamento

2- alinhe e esquadreje a barra de tal forma que fique totalmente centrada e paralela com o painel a ser conferido

3- coloque apenas um dos projetores (qualquer lado) na ponta do eixo, ligue o projetor e projete o laser na menor escala central do painel

4- Gire a barra com as mãos mas não permita o giro do projetor, mantenha-o projetando o tempo todo, no mesmo ponto no painel. Conforme a barra é girada, observe o movimento que o laser faz no painel, utilizando a escala como parâmetro de movimento,

5- veja qual medida máxima a esquerda e qual medida máxima a direita

6- escolha um lado extremo, (não gire o eixo agora) fixe a visão do laser neste ponto extremo e aperte um dos parafusos de ajuste para que possa levar o laser até à metade do total do movimento realizado quando girando o eixo

  1. Girou o eixo e o laser foi projetado de +6 a -4 total – 10 unidades,

se parou no +6, aperte um dos parafusos / manípulos que levar o laser até +1

se parou no -4, aperte o parafuso/manípulo que leva o laser até +1

7- repita a operação de giro e realize a leitura

            Vamos supor que agora o laser movimente de 0 a +1

8- pare o eixo ou no zero ou no +1 e aperte o parafuso que leve o laser no +0,5

 

            E assim por diante, até que, girando 360 graus a barra, o laser se mantenha sempre no mesmo lugar, sem alternar nem para a esquerda e nem para a direita.

 

            Sempre trabalhe apertando os parafusos manípulos da deformação,

Movimente periodicamente a escala posicionando o laser sempre o mais próximo do zero da escala que está utilizando.

TRAÇÃO NA DIANTEIRA E TRAÇÃO NA TRASEIRA QUAIS AS DIFERENÇAS

TRAÇÃO NA DIANTEIRA E TRAÇÃO NA TRASEIRA QUAIS AS DIFERENÇAS

TRAÇÃO NA DIANTEIRA E TRAÇÃO NA TRASEIRA QUAIS AS DIFERENÇAS

Hoje em dia ter um carro com tração dianteira ou traseira, depende unicamente para qual finalidade o carro está sendo adquirido, visto haver vantagens e desvantagens, assim como opiniões contra ou a favor, o importante que cada um tenha um carro que atenda suas necessidades da melhor forma possível.

1º Veículo Nacional com Tração Dianteira

O 1º automóvel nacional fabricado com tração na frente, foi a perua DKW- Vemag Universal, no ano de 1956, na época só eram fabricados carros nacionais com tração nas rodas traseiras, para todos os tamanhos  de carros.

tracao na dianteira

Os veículos eram fabricados com motores longitudinal na parte da frente do carro, e a tração era atrás, somente o DKW e posteriormente o Ford Corcel, é que deram início a fabricação com tração dianteira.

Até início dos anos 90, existia diferença de opiniões entre as pessoas, ano em que o último carro fabricado com tração traseira, deixou de ser fabricado, o Chevrolet Ômega, e de alguns anos para cá, somente picapes e utilitários esportivos é que são fabricados com tração dianteira.

A partir dos anos 60 a indústria norte americana resolveu investir em massa na tração dianteira, principalmente em carros grandes fabricados com motores V8, como foi o Oldsmobile Toronado, 7,0 litros e também o Cadillac Eldorado de 8,2 litros, a ideia era de melhorar a dirigibilidade, principalmente em casos de intempéries, onde o veículo perdia a aderência ao solo.

Houve no entanto, modelos de carros com tração dianteira que foram bem-aceitos, como o Citroen Traction Avant, e também o Mini inglês de 1959, fabricado com tração dianteira, motor transversal, com as rodas pequenas, devido ao espaço interno que embora fosse mini, era bem maior em relação a outros na mesma época, foi considerado o precursor quanto ao design do modelo, o que tempos depois, foi largamente copiado por diversas outras montadoras.

Veículos como BMW, Ferrari, Maserati, e Porsche sempre foram fabricados com a tração traseira, já a Aston, Martin, Jaguar, e Mercedes-Bens  foram fabricados com tração dianteiras somente na fabricação de carros de menor potência/porte.

Outros veículos potentes e esportivos como Chevrolet, Cadillac, Chrysler/Dodge, Ford, Infiniti, e Lexus foram fabricados com tração traseira, e na Austrália também a Ford e a Holden(General Motors).

COMO FUNCIONA A TRAÇÃO

O motor do veículo gera a tração que é passada para as rodas, através de transmissão, se for tração dianteira, a força do veículo é depositada nas rodas da frente, nesse caso as rodas traseiras apenas completam o movimento na sequência, e nos casos de veículos com tração traseira, a força são nas rodas de trás.

TRAÇÃO DIANTEIRA E SUAS VANTAGENS

Em grande parte dos veículos de passeios, a tração utilizada é a dianteira, a qual segundo especialistas, promove a melhor dirigibilidade ao motorista, pois, a perda de potência do motor é menor, além, de ser possível ter maior espaço interno dentro do veículo, uma vez que não há necessidades de acomodar o cardã no eixo traseiro já que a força do motor está na parte da frente.

TRAÇÃO TRASEIRA E SUAS VANTAGENS

Para os veículos que tem tração traseira, a aderência maior ao solo, pode ser notada em ladeiras, ou, com o veículo carregado, ou, ainda em carros potentes, e esportivos.

TRAÇÃO TRASEIRA E SUAS DESVANTAGENS

Especialistas no assunto, garantem, que podem haver problemas para alguns motoristas, pois, as vezes, dependendo da velocidade, ou da arrancada, pode ocorrer do carro sair de traseira, o que dependeria da habilidade do motorista, em colocá-lo novamente no rumo certo, como acontece na fórmula 1, a prática do piloto, exige que o volante seja virado do lado contrário a curva desejada.

Alguns outros pontos negativos sobre a tração traseira, é pelo fato de haver maior gasto de combustível, visto que há uma perda de potência do motor, pois, o cardã tem que levar a força do motor que está na frente do veículo, para as rodas traseiras, com isso, além do espaço interno ser reduzido, torna o carro muito mais pesado.

 

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Nota
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Retífica de Motor

Retífica de Motor

Retífica de Motor

 

Retífica de Motor é o nome do serviço que é feito dentro do motor nos veículos, afim de reparar ou substituir as peças ou os componentes, pelos danos causados geralmente devido ao desgaste natural, ou, as vezes causados pela falta de manutenção simples, como manter o nível de água, ou, fazer a troca de óleo no período estabelecido pelo fabricante.

cabeçote do motor

O desgaste mesmo sendo natural, é causado pelo atrito das peças,  ferrugens, altas temperaturas, e mesmo para carros com manutenções preventivas em dia, é comum após os 200 mil km de rodagem, o carro necessitar de retífica no motor, para prolongar a durabilidade.

 

Mesmo para veículos mais novos, movidos a gasolina, álcool, flex, ou até mesmo a diesel,  pode haver a necessidade de ser feita a retifica no motor, principalmente quando apresentar alguns dos seguintes sintomas:

  • Quando for notado que na medição de óleo feita a cada 15 dias, o nível sempre precisa ser completado
  • Quando é visível o excesso de fumaça pelo escapamento, principalmente na cor escura
  • Quando o veículo não consegue desenvolver velocidades mais altas
  • Quando o carro começar a consumir mais combustível
  • Quando for observado que o motor fica superaquecido, devido a ventoinha estar sempre em funcionamento
  • Quando perceber que o motor está fazendo barulhos estranhos, ou, exagerados

motor do carro

A Retífica de Motor, geralmente é feito em Oficinas Mecânicas, ou, em Auto Centers, sempre especializados no assunto, geralmente pode haver a necessidade de reposição de peças novas, mas, geralmente as peças desgastadas são reaproveitadas através do processo de usinagem, como serramento, aplainamento, torneamento, fresamento ou fresagem, furacão, brochamento, eletroerosão, entre outros.

 

A usinagem pode ser feita em alguns dos componentes que integram o motor, como virabrequim, bielas, bloco, cabeçote, comando, válvulas de admissão e de escape, volante, sede de válvulas entre outras, assim como algumas peças não podem ser feitas a usinagem, é o caso das bronzinas, das bielas, bronzinas de mancais, dos pistões, anéis ou pinos dos pistões, das juntas, retentores, dos selos da galeria d’Água de bloco e cabeçotes, entre tantos outros.

 

Além de problemas que podem atingir o motor, só pelo fato de andar sem água ou óleo, pode ocorrer ainda, quebra da correia dentada para alguns modelos de veículos, ou, para carros que ficam estacionados ao relento, embaixo de chuva ou frio, o fato de ligar o carro e sair, pode forçar o motor, acelerando demais até atingir a velocidade exigida.

 

Outro problema comum que pode acontecer, e poderia ser evitado, é quando o motorista tem a mania de ficar pisando na embreagem com o carro engatado, enquanto espera o semáforo abrir, esse hábito pode também custar caro para o bolso.

biela

A Retífica do Motor dependendo dos problemas encontrados, pode ser feita de maneira parcial ou completa, como segue a explicação abaixo:

  • Retífica da parte de baixo, significa que poderá ser restauradas a parte do bloco, camisas dos cilindros, virabrequim, dos pistões e das bielas.
  • Retífica da parte de cima: o cabeçote, válvulas, guias, sedes com substituição do comando de válvulas, sendo que atualmente nos motores atuais, alguns veículos, o comando de válvulas trabalha no cabeçote, e em outros trabalha no bloco.

 

É importante que o serviço seja feito em Auto Center ou Mecânicas especializadas no assunto, e que tenham profissionais treinados para explicar ao cliente, o serviço que será executado em seu veículo, para prolongar a durabilidade do motor, e ter ainda, garantia do serviço.

Injeção Eletrônica como Funciona

Injeção Eletrônica como Funciona

Injeção Eletrônica como Funciona

A Injeção Eletrônica é responsável em levar o combustível para o motor, além de manter análises frequentes e impedir o mal funcionamento. Essas análises são feitas através de sensores que enviam sinais elétricos para a Unidade de Controle Eletrônico (U.C.E.), este por sua vez, monitora o funcionamento e o controle dos atuadores, para alcançar o ponto perfeito para a ignição funcionar.

Injeção Eletrônica 2

Injeção Eletrônica e o Meio Ambiente

Atualmente a maioria dos veículos, são fabricados com o sistema de injeção eletrônica, essa demanda foi necessária, para contribuir com o meio ambiente, reduzindo a emissão de gases poluentes, que afetam diretamente a camada de ozônio.

 

Economia com a Injeção Eletrônica

O sistema de Injeção Eletrônica permite uma mistura quase perfeita de ar e combustível, chamado de estequiométrica, isso representa economia de combustível e também melhor desempenho do motor e da dirigibilidade.

 

Pontos Estratégicos no Motor

Dentro do motor em vários pontos estratégicos, estão espalhados sensores, que baseados em informações memorizadas, comandam os atuadores, dispostos também em locais estratégicos no motor, esta ação é feita dezenas de vezes por minuto, de acordo com os movimentos da cambota ou veio de manivelas, como virabrequim, eixo de manivelas ou árvore de manivelas, como é conhecido no Brasil.

 

Partes da Injeção Eletrônica

A Injeção Eletrônica é composta de vários componentes, sendo que o principal deles, é conhecida como Central, é neste local, em que ficam armazenadas as informações, como os parâmetros de fábrica e os cálculos necessários para gerenciamento do motor, alimentação e ignição, já os demais componentes são chamados de Sensores e de Atuadores.

Injeção Eletrônica

O que são Sensores

Sensores são componentes responsáveis em captar informações para a Central, como movimentos, pressões, entre outros e transformá-los em sinais elétricos, para que a Central analise e escolha qual a melhor estratégia a ser implantada.

 

Quais são os Sensores

Os Sensores são:

Sensor de Posição da Borboleta de Aceleração, Sensor Temperatura Líquido de Arrefecimento,  Sensor Temperatura do Ar, Sensor Pressão do Coletor, Sensor Rotação, Sensor Detonação, Sonda Lambda ou Sensor Oxigênio.

 

O que são Atuadores

Atuadores são componentes responsáveis pelo recebimento de sinais elétricos provenientes da Central, para controlar  as reações do motor.

 

Quais são os Atuadores

Os Atuadores são:

Injetores, Bobinas, Motor Corretor Marcha Lenta ou  Motor de Passo, Bomba de Combustível, Válvula Purga Canister, Eletroventilador de Arrefecimento, e Luz Avaria do Sistema.

Injeção Eletrônica 4

Manutenção da Injeção Eletrônica

É importante que sempre seja feita manutenção preventiva no veículo, afim de evitar danos ou gastos desnecessários e que muitas vezes poderiam ter sido evitados, é só ficar atento as orientações que contam no manual do proprietário.

Tipos de Pneus

Tipos de Pneus

Como surgiu o 1º Pneu

O 1º pneu inflado a ar, foi inventado em 1.888 pelo escocês John Boyd Dunlop, e simplesmente ele utilizou rodas de madeira, que eram usadas antigamente, e encapou-as com lonas grossas e algumas alças de borrachas.

 

Primeiro, ele fez o teste utilizando esses pneus encapados, em triciclos, como não encontrou nenhum ponto negativo, passou para o 2º teste em uma bicicleta, só que desta vez, acrescentou pedaços de borrachas para prevenir derrapagens, e devido ao excelente resultado, ficou como marco na história dos pneus.

 

Com o passar dos anos, foram surgindo outras marcas famosas que também foram algumas patenteadas com os nomes de seus criadores como, em 1891 C.K.Welch, no mesmo ano os Irmãos Michelin, em 1904 Firestone e Goodyear, e a partir de 1928 a Dupont.

Quais os Tipos de Pneus

Existem vários tipos de pneus, cada um deles é específico para certo tipo de veículo, cada um com suas respectivas funções, a diferença entre eles, está na fabricação, são os Pneus Diagonais, Pneus Radiais, Pneus Diagonais Cinturados, Pneus sem Câmara, Pneus com Câmara.

 

O que são Pneus Diagonais

Nos Pneus Diagonais as camadas de material têxtil utilizadas na fabricação, são colocadas na diagonal, formando um ângulo de 40°da linha central até a banda de rodagem, só que apesar de apresentar uma utilização estável, esse tipo de pneu, vem sendo cada vez menos utilizado, perdendo espaço para o os Pneus Radiais.

 

O que são Pneus Radiais

Já os Pneus Radiais na hora da fabricação, recebem cordas metálicas com ângulo de 90°, e correm em uma linha radial ou direta, através de um talão para outro, pela banda de rodagem, e ainda, graças a sua estrutura, permite que o veículo atinja velocidades mais altas.

 

O que são Pneus Diagonais Cinturados

Os Pneus Diagonais Cinturados, foram fabricados com uma cintura parecida com do Pneu Radial, o que teria melhorado muito a dirigibilidade,  principalmente na hora de manobras, mas, mesmo assim não chegou a ser muito utilizado.

O que são Pneus sem Câmara

A ideia inicial de ser fabricado pneus sem câmara, foi pensando no motorista, que dirige em velocidades mais altas, o fato de correr e acontecer um furo no pneu, poderia causar acidentes graves. Pensando nisso, em vez de uma câmara cheia de ar dentro do pneu, a camada interna, é revestida por borrachas especiais, com baixa permeabilidade de ar, a qual consegue prevenir vazamentos de ar do pneu.

 

Isto quer dizer, que mesmo que o pneu seja furado com um prego durante o trajeto com o veículo, o ar não sairá de uma vez, o que causaria transtornos com a troca do pneu, mas, mesmo que o pneu comece a baixar lentamente, é aconselhado fazer o conserto ou a calibragem do mesmo.Esse tipo de pneu, requer uma atenção a mais pelo motorista, pois, a calibragem deve ser feita semanalmente para garantir a segurança, a tranquilidade do motorista, e a durabilidade do pneu.

Quais as vantagens do Pneu sem Câmara

  • Não é necessário a utilização dentro do pneu de uma câmara de borracha, e o ar fica acondicionado diretamente dentro do pneu.
  • Outra vantagem, em caso de furar, é possível andar com tranquilidade até o borracheiro para o reparo do pneu, porque ele não esvazia de imediato.
  • Agiliza o serviço do borracheiro, pois, não precisa desmontar o pneu para retirar a câmara, consertar, colocar novamente, e ainda, calibrar.

Quais as desvantagens do pneu com Câmara

  • Sempre que houver furos o pneu esvazia rapidamente, nesse caso não deve nais andar com o carro, porque vai estragar o pneu, e ficará inutilizado.
  • Ao trafegar em ruas de terra, com pedrinhas ou cascalhos, todo cuidado é pouco, porque pode furar o pneu, e a câmara.
  • A câmara para ser consertada, deve ser colocado um remendo chamado de manchão, se houver muitos deles na câmara, o pneu ficará desbalanceado, inclusive, não terá como fazer balanceamento nesta roda.
  • A própria roda se estiver torta pode causar vazamento do ar na câmara do pneu.
  • Deve ser evitado trafegar em ruas que tiveram feiras livres no dia, pois, sempre existem a possibilidades de haver pregos caídos, podendo assim, ocasionar furos nos pneus.

 

 

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Sistema de Arrefecimento do Veículo

Sistema de Arrefecimento do Veículo

Sistema de Arrefecimento do Veículo

O Sistema de Arrefecimento, ou, sistema de resfriamento do veículo, é o responsável por controlar a temperatura do motor a explosão, ou, a combustão do motor, como é popularmente conhecido, garantindo assim, maior desempenho e durabilidade.

 

Para que serve o líquido ou fluído de Arrefecimento

O Sistema de Arrefecimento funciona através do abastecimento no reservatório, de líquidos, ou fluídos específicos, indicados pelo fabricante do veículo,  devendo ser ainda observado, que alguns fluídos, devem ser utilizados puros, enquanto outros devem ser diluídos em água.

Arrefecimento3

Objetivo do Sistema de Arrefecimento

Para veículos fabricados com gerenciamento eletrônico do motor, o Sistema de Arrefecimento tem por objetivo, sempre que houver alteração de temperatura, automaticamente a quantidade de combustível a ser injetado e também o ponto de ignição, são adaptados a nova temperatura, contribuindo para não afetar o desempenho do veículo.

 

Vantagens do Sistema de Arrefecimento

A adaptação da temperatura é para garantir ao Sistema de Arrefecimento, que o motor continue trabalhando mesmo com a variação de temperatura, garantindo assim, maior durabilidade, menos atrito, menor desgaste, prolongando a vida útil do motor, evitando assim, manutenções desnecessárias.

 

Sistema de Arrefecimento e o Meio Ambiente

O Sistema de Arrefecimento, representa economia de combustível, melhora no desempenho, ajudando ainda, a preservação do meio ambiente, pois evita a emissão de poluentes.

 

Componentes do Sistema de Arrefecimento

O Sistema de Arrefecimento é composto por vários itens como segue:

  • Líquido de Arrefecimento
  • Bomba
  • Radiador
  • Válvula Termostática
  • Sistema de Ventilação Forçada
  • Mangueiras
  • Sensor de Temperatura
  • Tanque de Expansão
  • Termo Interruptor

Arrefecimento1

Como funciona o Sistema de Arrefecimento

O funcionamento é feito através do líquido que circula pela bomba, e enquanto a temperatura não subir o suficiente, a válvula termostática não libera o líquido para o radiador, forçando a circulação da bomba e através das galerias internas do motor.

 

Temperatura alta do Motor

Já ao atingir uma temperatura mais alta, a válvula abre rapidamente e parte do líquido é transferido para o radiador. Somente quando a temperatura do motor chegar ao limite máximo, é que o restante do líquido será liberado totalmente para o radiador.

 

Como o Motor reduz a Temperatura

O líquido por sua vez, tem a finalidade de minimizar o calor no motor, o qual será expelido, através do funcionamento da ventilação, até atingir a temperatura ideal novamente, e após a temperatura normalizada, o líquido retorna, e será liberado somente na próxima vez em que a temperatura subir.

 

Manutenção do Sistema de Arrefecimento

O Sistema de Arrefecimento deve ser checado semanalmente, através de verificação do nível do fluido, que é composto de aditivos e água, afim de manter o veículo com a temperatura ideal para o bom desempenho do motor.

Importância do Líquido de Arrefecimento

É importante manter o nível do líquido de Arrefecimento, pois além de proporcionar economia de combustível, previne ainda, corrosão, impregnação, diminuição do ponto de ebulição do líquido, ressecamento de mangueiras, vedações entre outros.

Porque o carro aquece?O que é arrefecimento?
O que é Radiador?
Qual a temperatura do Carro?
Porque a temperatura do carro sobe?

Qual a Função do Alternador

Qual a Função do Alternador

Alternador

O Alternador é a peça cuja finalidade, é alterar a energia mecânica criada pela soma das energias cinética e potencial, em energia elétrica, a qual passa através do rotor e cria um campo magnético que leva os elétrons a se moverem nas bobinas do estator, gerando a corrente alternada.

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Diferença entre Alternador e Motor de Arranque

O alternador trabalha com retificador e regulador de tensão, pois, os veículos utilizam tensão contínua que variam de 12 a 14 volts, sendo que uma das principais funções do alternador, é carregar a bateria e os dispositivos elétricos, quando o motor estiver funcionando, já o motor de arranque, trabalha exclusivamente para dar a partida no motor através de combustão, depois deixa de funcionar, mesmo que o motor continue trabalhando.

 

Motivo do Alternador necessitar da tensão de 14 volts

A tensão de 14 volts produzida pelo Alternador é para garantir, que a bateria que utiliza 12 volts, tenha condições de trabalhar com a carga total, garantindo inclusive energia para os demais componentes elétricos, enquanto os 2 volts restantes, ficam como reserva, prevenindo qualquer pane elétrica.

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Atenção a Luz do Painel

As luzes do painel,  servem de aviso para o motorista. Sempre que a partida no carro é acionada, todas as luzes no painel devem acender, caso note que alguma não acende, leve ao eletricista, porque em caso de haver algum problema no motor, sem ter a luz de aviso em funcionamento para alertar, o veículo pode sofrer com avarias graves e as vezes em locais afastados e sem segurança.

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O que significa quando a Luz da Bateria acende

Cada uma das luzes no painel é importante, mas, nesse caso fique atento a luz da bateria,  se permanecer acesa ou acender de repente, pode significar, que o alternador não está produzindo a energia necessária, para o desempenho do veículo. Este defeito pode acontecer quando a correia do Alternador romper, deixando o Alternador sem funcionar.

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Manutenção Preventiva

Assim, como todos os outros componentes do veículo, devem ser feitas manutenções preventivas no sistema elétrico periodicamente também, para evitar falhas que podem ocorrer na injeção e ignição elétrica, isto significa, que o carro pode ficar sem partida, ou parar de funcionar de repente.

Como funciona o alternador? Onde se localiza o alternador?
Como arrumar o alternador? Onde consertar o alternador?
Para que serve o alternador?  
Sistema de Freio

Sistema de Freio

Troca do Sistema de Freio, Discos de Freio e Pastilhas de Freio

O sistema de freios do carro é um dos principais itens de segurança para o motorista e para os passageiros,  e responsável pela parada do veículo através de freadas simples, e algumas vezes de freadas bruscas, afim de evitar acidentes ou atropelamentos.

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Importância dos Freios

É sobre o sistema de freios que recai todo o peso do veículo somados ao peso dos ocupantes, por isso, é importante fazer a manutenção dos freios a cada 10 mil quilômetros, ou sempre que notar alguma irregularidade ao acionar o pedal do freio.

 

Partes do Sistema de Freio

O sistema de freio divide-se em vários componentes, mas, a troca mais comum são das pastilhas de freio e os discos de freio, entre outras.

 

Pastilhas de Freio

As pastilhas de freio encontram-se nas rodas dianteiras na maioria dos veículos nacionais, e a função delas, é ao entrar em contato com os discos de freio, parar o veículo.

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Prevenir Acidentes

No caso de desgaste das pastilhas de freio, o carro pode brecar com dificuldade, ou seja, o carro poderá andar ainda alguns metros até realmente parar, onde poderia ocorrer acidentes fatais.

 

Frear em Exagero

O prazo para a troca das pastilhas, vai depender do modo de dirigir do motorista, para aqueles que freiam em exagero, com certeza as pastilhas poderão ser trocadas mais cedo.

 

Discos de Freio

Os discos de freio entram em funcionamento, assim que receber o atrito das pastilhas de freio, isso ocorre quando o motorista aciona o pedal do freio, fazendo então o veículo parar.

 

Causas da Trepidação ao Frear

É importante observar sempre o veículo ao frear, caso venha trepidar, pode significar que os discos de freio estão tortos, quebrados ou gastos, e precisam ser trocados de imediato, devido não apresentar mais segurança, mesmo com a troca recente das pastilhas de freio.

 

Discos de Freio: Novos ou Retificados?

Em alguns casos, quando os discos de freio apresentarem problemas, em vez de substituir por discos de freio novos, por uma questão de custo, os discos podem ser retificados, mas, apenas o mecânico poderá verificar essa possibilidade, pois vai depender da espessura mínima que o fabricante recomenda para continuar com segurança.

Alinhamento de Rodas

Alinhamento de Rodas

Alinhamento de direção, rodas,  ou a Cambagem ou o Caster

Alinhamento  da direção é um dos itens prioritários para a segurança dos ocupantes do veículo, mas, é importante que os ajustes necessários, sejam feitos através de dispositivos específicos para o serviço, afim de não prejudicar a estrutura do carro, como a Cambagem  e o Caster.

                                                                                       alinhar

 

Qual a importância do Alinhamento de Direção

O alinhamento de direção é feito para posicionar as rodas na suspensão do veículo, transmitindo segurança ao motorista para dirigir, com  isso, é possível o veículo andar em linha reta, sem puxar para nenhum dos lados, o que significaria, além da insegurança, que poderia  provocar desgastes excessivos somente em um dos lados dos pneus.

                                                                                     vala de alinhamento

O que é Cambagem? E por que fazer?

Cambagem é o nome atribuído ao grau de inclinação da parte superior da roda, esse grau pode ser negativo, que significaria que roda está posicionada para dentro do veículo, ou ainda positivo, quando a roda se encontra posicionada para fora.

                                                                                            cambagem 2

A Cambagem está ligada diretamente ao desgaste irregular dos pneus, pois ao ocorrer desgaste na parte interna do pneu, a cambagem acusará negativa, e quando o desgaste for na parte externa, será positiva. O ideal é aproximar ao máximo o grau negativo do positivo, para  haver desgaste iguais nos pneus.

                                                     cambagem 3

Cambagem vem do inglês CAMBER que significa  curvatura, inclinação, arqueamento Durante muitos anos, a tendência tem sido para definir a curvatura de zero a ligeiramente positivo para compensar carga do veículo, no entanto, a tendência atual é a de configurações ligeiramente negativas para aumentar a estabilidade do veículo e melhorar a dirigibilidade.

O que é Caster? E por que fazer?

Além da Cambagem importante no alinhamento, o Caster também é essencial, pois determina o melhor ângulo de inclinação do braço de  suporte do eixo, localizado na parte superior da roda, podendo ser para trás ou para frente, sendo que nesse caso, os ângulos devem ficar  iguais, afim de evitar que a direção também puxe para um dos lados ou haja desgaste nos pneus de forma irregular.

                                                                                               caster 1

Quando fazer Alinhamento de direção, a Cambagem e o Caster

1 – Sempre que perceber que a direção está puxando para um lado.

2 – Ao fazer rodízio dos pneus e balanceamento.

3 – Quando perceber que o pneu está com um lado mais gasto que o outro.

4 – Logo após a troca de alguma parte da suspensão.

5 – A  cada 10000 km rodados.

                                                                                                  alinhador

 

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A importância do  alinhamento dos pneus para o seu carro Arquivo PDF

Quando fazer Alinhamento de direção estabilidade do veículo melhorar a dirigibilidade
Quando fazer  a Cambagem  Quando fazer Alinhamento de rodas Porque fazer Alinhamento de rodas
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Balanceamento de Rodas

Balanceamento de Rodas

Balanceamento de Rodas e Rodízio dos Pneus

Todo veículo ao ultrapassar os 60 km e apresentar vibração na carroceria, pode ser, devido as rodas traseiras estarem necessitando de  balanceamento de rodas, ou, quando a vibração acontecer no próprio volante, pode indicar a falta de balanceamento nas rodas dianteiras.

Balanceadora Local

Como evitar o Desgaste dos pneus?

 O balanceamento das rodas é um serviço MUITO RAPIDO  para ser feito, mas, IMPORTANTISSIMO, pois mantém a estabilidade necessária  ao dirigir o veículo, tendo mais segurança ao fazer curvas, garantindo o bom desempenho da direção e da suspensão, e ainda, ajuda  EVITAR OS desgastes excessivos nos pneus.

Recomendação sobre Balanceamento de Rodas

A recomendação para ser feito o balanceamento de rodas é a cada 5 mil quilômetros, ou, quando for notado instabilidade ou  trepidação na direção do veículo.

Como é feito o Balanceamento de Rodas

Inicialmente é feito um alinhamento nas rodas e em seguida para fazer o balanceamento é encaixado um chumbo em cada uma das rodas,para contrabalançar os pneus e as rodas, assegurando atrito igual em todos os eixos, proporcionando estabilidade para o motorista  ao dirigir o veículo, mas, é bom observar, se alguma das rodas perder o chumbo, o carro estará novamente desbalanceado. Esclarecemos  que o balanceamento de rodas, não deve ser feito em pneus gastos demais, pneus   ½ Vida, ou, quando  alguma das rodas estiver  amassada, pois o serviço não atingirá o efeito desejado. 

                                                                                                                         Desmontadora de Pneus

Rodízio de Pneuscomo é feito e Quando fazer 

Tão importante quanto ao balanceamento de rodas, é o rodízio de pneus, que consiste em trocar os pneus do carro que estão na parte da  frente, pelos pneus que estão na parte traseira, para que as bandas dos pneus gastem de maneira igual. É recomendado fazer o rodízio de  pneus a cada 6 meses, mesmo em caso do carro ter 4 pneus novos, para evitar o desgaste apenas de um lado dos pneus, caso contrário os  pneus deverão ser trocados novamente.

 

 

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