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TRAÇÃO NA DIANTEIRA E TRAÇÃO NA TRASEIRA QUAIS AS DIFERENÇAS

TRAÇÃO NA DIANTEIRA E TRAÇÃO NA TRASEIRA QUAIS AS DIFERENÇAS

TRAÇÃO NA DIANTEIRA E TRAÇÃO NA TRASEIRA QUAIS AS DIFERENÇAS

Hoje em dia ter um carro com tração dianteira ou traseira, depende unicamente para qual finalidade o carro está sendo adquirido, visto haver vantagens e desvantagens, assim como opiniões contra ou a favor, o importante que cada um tenha um carro que atenda suas necessidades da melhor forma possível.

1º Veículo Nacional com Tração Dianteira

O 1º automóvel nacional fabricado com tração na frente, foi a perua DKW- Vemag Universal, no ano de 1956, na época só eram fabricados carros nacionais com tração nas rodas traseiras, para todos os tamanhos  de carros.

tracao na dianteira

Os veículos eram fabricados com motores longitudinal na parte da frente do carro, e a tração era atrás, somente o DKW e posteriormente o Ford Corcel, é que deram início a fabricação com tração dianteira.

Até início dos anos 90, existia diferença de opiniões entre as pessoas, ano em que o último carro fabricado com tração traseira, deixou de ser fabricado, o Chevrolet Ômega, e de alguns anos para cá, somente picapes e utilitários esportivos é que são fabricados com tração dianteira.

A partir dos anos 60 a indústria norte americana resolveu investir em massa na tração dianteira, principalmente em carros grandes fabricados com motores V8, como foi o Oldsmobile Toronado, 7,0 litros e também o Cadillac Eldorado de 8,2 litros, a ideia era de melhorar a dirigibilidade, principalmente em casos de intempéries, onde o veículo perdia a aderência ao solo.

Houve no entanto, modelos de carros com tração dianteira que foram bem-aceitos, como o Citroen Traction Avant, e também o Mini inglês de 1959, fabricado com tração dianteira, motor transversal, com as rodas pequenas, devido ao espaço interno que embora fosse mini, era bem maior em relação a outros na mesma época, foi considerado o precursor quanto ao design do modelo, o que tempos depois, foi largamente copiado por diversas outras montadoras.

Veículos como BMW, Ferrari, Maserati, e Porsche sempre foram fabricados com a tração traseira, já a Aston, Martin, Jaguar, e Mercedes-Bens  foram fabricados com tração dianteiras somente na fabricação de carros de menor potência/porte.

Outros veículos potentes e esportivos como Chevrolet, Cadillac, Chrysler/Dodge, Ford, Infiniti, e Lexus foram fabricados com tração traseira, e na Austrália também a Ford e a Holden(General Motors).

COMO FUNCIONA A TRAÇÃO

O motor do veículo gera a tração que é passada para as rodas, através de transmissão, se for tração dianteira, a força do veículo é depositada nas rodas da frente, nesse caso as rodas traseiras apenas completam o movimento na sequência, e nos casos de veículos com tração traseira, a força são nas rodas de trás.

TRAÇÃO DIANTEIRA E SUAS VANTAGENS

Em grande parte dos veículos de passeios, a tração utilizada é a dianteira, a qual segundo especialistas, promove a melhor dirigibilidade ao motorista, pois, a perda de potência do motor é menor, além, de ser possível ter maior espaço interno dentro do veículo, uma vez que não há necessidades de acomodar o cardã no eixo traseiro já que a força do motor está na parte da frente.

TRAÇÃO TRASEIRA E SUAS VANTAGENS

Para os veículos que tem tração traseira, a aderência maior ao solo, pode ser notada em ladeiras, ou, com o veículo carregado, ou, ainda em carros potentes, e esportivos.

TRAÇÃO TRASEIRA E SUAS DESVANTAGENS

Especialistas no assunto, garantem, que podem haver problemas para alguns motoristas, pois, as vezes, dependendo da velocidade, ou da arrancada, pode ocorrer do carro sair de traseira, o que dependeria da habilidade do motorista, em colocá-lo novamente no rumo certo, como acontece na fórmula 1, a prática do piloto, exige que o volante seja virado do lado contrário a curva desejada.

Alguns outros pontos negativos sobre a tração traseira, é pelo fato de haver maior gasto de combustível, visto que há uma perda de potência do motor, pois, o cardã tem que levar a força do motor que está na frente do veículo, para as rodas traseiras, com isso, além do espaço interno ser reduzido, torna o carro muito mais pesado.

 

http://www.pakwheels.com

Nota
Imagens meramente ilustrativas.
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Clube de Veículos Antigos de Piracicaba

Clube de Veículos Antigos de Piracicaba

O Clube de Veículos Antigos de Piracicaba é uma organização sem fins lucrativos, fundado em 12 de dezembro de 1998 por um grupo de aficionados por automóveis antigos, tendo como principais objetivos:

. Coordenar as atividades do antigomobilismo em nossa cidade.
. Dar apoio técnico e administrativo aos associados e admiradores.
. Repassar a seus associados experiências adquiridas por outros sócios, desde a compra, manutenção e reforma de carros, passando por participação em eventos no Brasil ou no exterior; legislação sobre clássicos e outros assuntos relacionados ao antigomobilismo em geral.
. Ter representatividade junto às autoridades e outros clubes, para colaborar em tudo que for referente ao automóvel antigo, bem como pleitear benefícios legais e proteção para as atividades de nosso setor de uma maneira geral.

Na realidade seu inicio deu-se por volta de 1992 quando alguns admiradores de veículos antigos começaram a reunir-se esporadicamente na esquina da Avenida Carlos Botelho com Avenida Brasil, iniciando assim um relacionamento alimentado pelas conversas, trocas de experiências, novidades etc., sempre voltados para um único tema, veículos antigos. A partir daí o grupo foi aumentando, pois as pessoas atraídas pelo movimento naquele local paravam para saber o que acontecia.

Depois de algum tempo, o ponto de encontro mudou para a Avenida Carlos Botelho, em frente a uma loja de veículos usados a convite de seu proprietário. Procurando melhores e mais confortáveis locais o grupo mudou-se ainda para a Rua Benjamin Constant, em frente a loja de motos de um de nossos sócios, daí para a chácara de outro integrante do grupo, onde se iniciou um movimento para organização ou constituição de uma associação ou clube, que dissolveu-se em alguns meses.

Houve um grande período sem muitas realizações, poucas reuniões e bastante desânimo por parte de quase todos, até a realização do I Encontro Paulista de Carros Antigos em Águas de São Pedro no ano de 1996, onde participamos com nossos veículos, renascendo assim o gosto e a paixão pelos antigos.

Após esta injeção de ânimo passamos a nos encontrar novamente em locais como em frente ao prédio da Prefeitura, depois Rua do Porto, freqüentamos uma lanchonete na Rua São João até chegarmos ao Restaurante Vitrine, um local muito agradável e bem situado.

Foi aí que em 1998 organizamos nosso I Encontro de Veículos Antigos de Piracicaba, que foi realizado no pátio da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) que, diga-se de passagem, foi um verdadeiro sucesso.

A partir daí o grupo se sentiu fortalecido e foi então criado oficialmente o CVAP – Clube de Veículos Antigos de Piracicaba, com Estatuto Social, CNPJ, Conselho Deliberativo, Diretoria Executiva e um quadro social bastante significativo.

As realizações foram acontecendo de forma constante, as reuniões de sábado a tarde no Restaurante Vitrine passaram a ter um numero cada vez maior de participantes.

Em 1999, o CVAP fez uma exposição no salão da antiga Mesbla no Shopping Piracicaba, que foi chamada AUTOMÓVEIS DO SÉCULO, e realmente foi deslumbrante, devido ao local privilegiado, aos veículos que vieram de diversas cidades, a decoração muito bem feita etc. Neste mesmo ano de 1999 foi idealizado e realizado pelo CVAP o I RAID DA AMIZADE, reunindo os clubes de Piracicaba, Limeira e Rio Claro para um divertido RAID pelos caminhos que interligam estes três municípios. Para tanto contamos com o apoio de todos os clubes envolvidos e mais uma vez o CVAP registrou na história seu pioneirismo no estado de São Paulo. Hoje estamos para realizar o IV RAID DA AMIZADE, que deverá acontecer em abril ou maio de 2005.

Em agosto de 2002, o nosso Encontro anual que vinha sendo feito na ESALQ, foi cancelado e protelado para novembro, em virtude de uma epidemia do carrapato estrela que infestou aquele local, e diante das circunstâncias mudamos para o Engenho Central, uma área também muito agradável e com arquitetura bem própria para este tipo de evento.

A partir de 2003, além de nossas reuniões semanais, instituímos um novo tipo de encontro, sempre no terceiro domingo do mês, durante a manhã, na Rua do Porto, local turístico e agradável cercado de bares, restaurantes típicos e onde nossos sócios e visitantes podem levar suas preciosidades para tomar um pouco de ar enquanto conversamos ou saboreamos alguns pratos como o peixe no tambor etc.

Como nos não podemos parar, estamos com um novo projeto que deve revolucionar nossos eventos, mas este já é um assunto que deixaremos para outra ocasião.

Nosso Clube conta hoje com cerca de 50 sócios e 300 veículos.

federação brasileira de antigos

 https://www.antigospiracicaba.com.br/index.php

 

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Mecânica Diesel

Mecânica Diesel

O curso ONLINE de Mecânica Diesel inclui 72 vídeos e 10 apostilas com procedimentos passo a passo. Veja as informações detalhadas do seu curso ONLINE:

Objetivos do Módulo 1:

– Aprender a realizar a desmontagem e inspeção de motor diesel pequeno
– Conhecer o processo de retífica de motor diesel
– Aprender a realizar a montagem de motor diesel pequeno
– Aprender a realizar acerto do ponto de motor diesel 6 cilindros
– Aprender a realizar teste, limpeza e montagem de injetores
– Conhecer os procedimentos de segurança na oficina mecânica

Atividade nº 1: Diesel 01-01. Revisão de carro com motor diesel 4 cil. 1
Atividade nº 2: Diesel 01-02. Revisão de carro com motor diesel 4 cil. 2
Atividade nº 3: Diesel 01-03. Desmontagem e inspeção de motor diesel 4 cilindros 1
Atividade nº 4: Diesel 01-04. Desmontagem e inspeção de motor diesel 4 cilindros 2
Atividade nº 5: Diesel 01-05. Desmontagem e inspeção de motor diesel 4 cilindros 3
Atividade nº 6: Diesel 02-01. Desmontagem e inspeção de motor diesel 4 cilindros 4
Atividade nº 7: Diesel 02-02. Desmontagem e inspeção de motor diesel 4 cilindros 5
Atividade nº 8: Diesel 02-03. Desmontagem e inspeção de motor diesel 4 cilindros 6 e retífica
Atividade nº 9: Ler apostila Saúde Ocupacional Oficina Mecânica
Atividade nº 10: Ler apostilas DIESEL 1 Arquivo  Ler apostilas DIESEL 2
Atividade nº 11: Diesel 02-04. Retífica de motor diesel 4 cilindros
Atividade nº 12: Diesel 02-05. Montagem de motor diesel 4 cilindros, bloco do motor Página
Atividade nº 13: Diesel 03-01. Montagem de motor diesel 4 cilindros, pistões e aneis, sistemas de oleo e água e termostato
Atividade nº 14: Diesel 03-02. Montagem de motor diesel 4 cilindros, cabeçote
Atividade nº 15: Ler apostila DIESEL 3
Atividade nº 16: Diesel 03-03. Acerto do ponto de motor diesel 6 cilindros 1
Atividade nº 17: Diesel 03-04. Acerto do ponto de motor diesel 6 cilindros 2
Atividade nº 18: Diesel 03-05. Teste, limpeza e montagem de injetores diesel

Objetivos do Módulo 2:

– Aprender a realizar manutenção preventiva de caminhão
– Aprender a realizar manutenção de motor diesel pesado

Atividade nº 1:  Caminhão VW Worker – manutenção preventiva 1
Atividade nº 2:  Caminhão VW Worker – manutenção preventiva 2
Atividade nº 3:  Caminhão VW Worker – manutenção preventiva 3
Atividade nº 4: Ler apostila DIESEL 4
Atividade nº 5: Diesel 04-01. Manutenção de motor diesel de ónibus/caminhão 1 – Fluidos, válvulas
Atividade nº 6: Diesel 04-02. Manutenção de motor diesel de ónibus/caminhão 2 – Válvulas, injetores
Atividade nº 7: Diesel 04-03. Manutenção de motor diesel de ónibus/caminhão 3 – Bomba injetora
Atividade nº 8: Diesel 04-04. Manutenção de motor diesel de ónibus/caminhão 4 – Bomba injetora, filtros, correias
Atividade nº 9: Diesel 04-05. Manutenção de motor diesel de ónibus/caminhão 5 – Sistema de arrefecimento

Objetivos do Módulo 3:

– Conhecer o processo de inspeção de sistema de injeção em bancada
– Aprender a realizar inspeção de sistema de injeção
– Conhecer os componentes e funcionamento do turbocompressor
– Conhecer o processo de inspeção e balanceamento do turbocompressor

Atividade nº 1: Diesel 05-01. Bomba de injeção de motor de ônibus/caminhão de 6 cilindros, ajustagem, e inspeção na bancada de teste 1
Atividade nº 2: Diesel 05-02. Bomba de injeção de motor de ônibus/caminhão de 6 cilindros, ajustagem, e inspeção na bancada de teste 2
Atividade nº 3: Ler apostilas DIESEL 5 Arquivo  Ler apostilas DIESEL 6
Atividade nº 4: Diesel 05-03. Motor de ónibus/caminhão, lateral direita – componentes. Verificação e componentes para modificação de motor Scania 110 para turbocomprimido
Atividade nº 5: Diesel 06-01. Estudo dos componentes e funcionamento do turbo-compressor
Atividade nº 6: Diesel 06-02. Inspeção e balanceamento do turbocompressor. Descrição de motor scania 94.
Atividade nº 7: Ler apostila DIESEL 7
Atividade nº 8: Diesel 06-03. Descrição de motor VW de caminhão de meia cilindrada sem turbocompressor. Apresentação de dispositivo de alarme e controle de motor diesel pesado.

Objetivos do Módulo 4:

– Conhecer falhas variadas e procedimentos de serviço em motores diesel

Atividade nº 1: Diesel 07-01. Falhas variadas em motores diesel 1
Atividade nº 2: Diesel 07-02. Falhas variadas em motores diesel 2. Limpeza do sistema de arrefecimento. Falhas por temperatura no sistema de arrefecimento.
Atividade nº 3: Diesel 07-03. Válvula termostática, teste. Manutenção básica e adaptação de motores diesel.
Atividade nº 4: Diesel 07-04. Manutenção básica e adaptação de motores diesel. Limpeza do injetor.
Atividade nº 5: Diesel 07-05. Limpeza do injetor com aparelho limpador. Manutenção básica de motor diesel de Jeep.
Atividade nº 6: Ler apostila DIESEL 9
Atividade nº 7: Diesel 08-01. Descrição de diferentes motores diesel de caminhões 1.
Atividade nº 8: Diesel 08-02. Descrição de diferentes motores diesel de caminhões 2.
Atividade nº 9: Diesel 08-03. Descrição de diferentes motores diesel de caminhões 3.
Atividade nº 10: Diesel 08-04. Descrição de diferentes motores diesel de caminhões 4.

Objetivos do Módulo 5:

– Aprender a realizar revisão básica de sistemas pneumático e hidráulico
– Aprender a realizar inspeção de bateria
– Aprender a realizar inspeção de motor de arranque de veículo pesado
– Aprender a realizar inspeção de alternador de veículo pesado
– Aprender a realizar revisão básica de freios de veículo pesado
– Aprender a realizar revisão básica da transmissão de veículo pesado

Atividade n°1: Ler texto DIESEL 8
Atividade n°2: Diesel 10-01. Sistemas pneumático e hidráulico, revisão básica. Inspeção de Baterias e Motor de arranque de veículo pesado.
Atividade n°3: Diesel 10-02. Inspeção de Motor de arranque de veículo pesado 2.
Atividade n°4: Diesel 10-03. Inspeção de Motor de arranque de veículo pesado 3.
Atividade n°5: Diesel 10-04. Inspeção de alternador de veículo pesado.
Atividade n°6: Diesel 11-01. Revisão e manutenção de freios de veículo pesado 1
Atividade n°7: Diesel 11-02. Revisão e manutenção de freios de veículo pesado 2.
Atividade n°8: Diesel 11-03. Revisão e manutenção de freios de veículo pesado 3. Revisão da transmissão de veículo pesado 1.
Atividade n°9: Diesel 11-04. Revisão da transmissão de veículo pesado 2.

Objetivos do Módulo 6:

– Aprender a realizar desmontagem, inspeção e montagem de uma caixa de câmbio de veículo pesado
– Aprender a realizar verificação de um sistema de direção de veículo pesado

Atividade n°1: Diesel 12-01. Desmontagem e revisão de caixa de câmbio de veículo pesado.
Atividade n°2: Diesel 12-02. Revisão e montagem de caixa de câmbio de veículo pesado.
Atividade n°3: Diesel 12-03. Montagem de caixa de câmbio de veículo pesado.
Atividade n°4: Diesel 13-01. Verificação do sistema de direção de veículo pesado 1.
Atividade n°5: Diesel 13-02. Verificação do sistema de direção de veículo pesado 2.
Atividade n°6: Diesel 13-03. Verificação do sistema de direção de veículo pesado 3.
Atividade n°7: Diesel 13-04. Desmontagem de sistema hidráulica da direção.
Objetivos MODULO 7:

– Conhecer os fundamentos de funcionamento e diagnose de sistemas de controle eletrônico de motor diesel
– Conhecer o funcionamento do sistema de injeção diesel common rail de carro

Atividade n°1: Diesel 09-01. Sistema de controle eletrônico de motor Detroit Diesel série 60. Regulagem de válvulas injetores e freio motor e fundamentos de diagnose.
Atividade n°2: Diesel 09-02. Sistema de controle eletrônico de motor Detroit Diesel série 60. Fundamentos de diagnose 1.
Actividad n°3: Diesel 09-03. Sistema de controle eletrônico de motor Detroit Diesel série 60 e de motor de caminhão International DT 466 E. Fundamentos de diagnose 2.
Atividade n°4: Diesel 09-04. Sistema de controle eletrônico de motor de caminhão International DT 466 E. Fundamentos de diagnose 2.
Atividade n°5: Ler apostila DIESEL 10
Atividade n°6: Funcionamento sistema common rail de injeção diesel de carro 1, apresentação.
Atividade n°7: Funcionamento sistema common rail de injeção diesel de carro 2, apresentação. Rampa de injeção ou distribuidor.
Atividade n°8: Funcionamento sistema common rail de injeção diesel de carro 3, outros componentes.

Objetivos MODULO 8:

– Aprender a realizar a montagem de motor pesado (Scania 113)

Atividade n°1: Montagem motor scania 113 1 c01. Bloco
Atividade n°2: Montagem motor scania 113 1 c02. Virabrequim
Atividade n°3: Montagem motor scania 113 1 c03. Pistões
Atividade n°4: Montagem motor scania 113 1 c04. Pistões, tampa e engrenagens, árvore de cames
Atividade n°5: Montagem motor scania 113 1 c05. Engrenagens, tampa de cilindros e cabeçote
Atividade n°6: Montagem motor scania 113 2 c01. Bomba de óleo e cárter. Cabeçote.
Atividade n°7: Montagem motor scania 113 2 c02. Cabeçote. Complementos.
Atividade n°8: Montagem motor scania 113 2 c03. Complementos 2 e apertos.
Atividade n°9: Montagem motor scania 113 2 c04. Apertos. Colocação da sistema centrífuga.
Atividade n°10: Montagem motor scania 113 3 c01. Canos. Pintura. Colocação no caminhão.
Atividade n°11: Montagem motor scania 113 3 c02. Colocação no caminhão, sangrado do rack.
Atividade n°12: Montagem motor scania 113 3 c03. Filtros, baterias, purga da sistema, prova de pressão do óleo
Atividade n°13: Ler apostila INFORMAÇÃO OCUPACIONAL

 

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Clube de Automóveis Antigos de Santos

Clube de Automóveis Antigos de Santos

Clube de Automóveis Antigos de Santos, fundado em 23 de março de 1996, é uma entidade de cunho cultural e recreativo, sem fins lucrativos, com o objetivo de congregar o maior número de proprietários e admiradores de veículos antigos e de coleção na Baixada Santista.

Inicialmente formado por um grupo de 33 sócios fundadores, há 17 anos promove diversos eventos em Santos e região, incentivando a integração entre os antigomobilistas e familiares, através de passeios, encontros mensais e anuais, além de participação em atividades culturais e beneficentes, promovidas por órgãos públicos, contribuindo para o resgate e preservação da memória nacional, além de disseminar a cultura antigomobilista, ao mesmo tempo em que promove atividades de cunho social na região.

Nossos associados também participam de eventos de antigomobilismo a nível regional e nacional, de forma a estabelecer constante relacionamento entre clubes e colecionadores de veículos antigos de todo o Brasil.

caas

http://www.caas.org.br/

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Sindicato dos Metalúrgicos da Bahia

Sindicato dos Metalúrgicos da Bahia

A organização dos metalúrgicos da Bahia tem início em 1919, com a fundação da Associação União dos Artífices Metalúrgicos, que reunia funileiros, latoeiros e mecânicos. A maioria desses trabalhadores era ligada à Companhia de Navegação Bahiana. A primeira sede do Sindicato funcionou na Rua do Taboão, número 49, em Salvador. O primeiro presidente foi José Diogo dos Santos.

Nos anos seguintes à fundação, a categoria luta para se estruturar. No entanto, na década de 1930, a Associação, assim como todo o sindicalismo brasileiro, sofreu em um período marcado por transição e reorganização da política sindical, com a ofensiva do então presidente Getúlio Vargas aos sindicatos. Em 1932, Vargas lança um plano de controle da classe operária, com o objetivo de criar sindicatos oficiais e atrelados aos interesses do governo. Em 1937, com o golpe e a instalação do chamado Estado Novo, as principais lideranças sindicais são perseguidas ainda de forma mais ferrenha.

Na década de 1940, já com o nome  Sindicato dos Metalúrgicos da Bahia, a entidade sofre intervenção. José Bastos, funcionário do Ministério da Fazenda, é designado interventor. Nessa época, o Sindicato já contava com cinco mil associados, mas, na prática, o movimento operário definhava. Com assembleias esvaziadas, pelo medo da violência policial, o Sindicato só existia formalmente. A intervenção perdurou por oito anos, terminando em dezembro de 1955.

Durante o período nefasto de intervenção, que durou de 1947 a 1955, os trabalhadores se organizaram e tiveram como grande articulador o empregado das Oficinas de Navegação Baiana, João dos Passos. Um líder que comandou a oposição ao interventor com bravura e entrou para a história do Sindicato. Ele ficou na presidência até 1964, ano da Ditadura Militar, quando o Sindicato foi invadido, saqueado e teve boa parte da sua documentação destruída. Quem assumiu a direção da entidade foi Manoel dos Santos, nomeado pelos militares. Durante o período de intervenção, os trabalhadores foram duramente reprimidos.

Somente na década no final dos anos 1970, a oposição consegue iniciar um movimento forte que deságua na vitória eleitoral de 1982. Manoel dos Santos tentou fraudar a eleição e teve a prisão decretada por um juiz e fugiu. Passou, assim, a ser conhecido na categoria como o “pelego fujão”. Ao serem abertas, as urnas confirmaram a vitória da chapa Oposição Sindical Metalúrgica João dos Passos, encabeçada por José Rodrigues da Costa. O movimento operário, combativo, estava de volta ao Sindicato. Era o fim da intervenção.

Nos anos 90, o Sindicato manteve intensa luta em defesa dos metalúrgicos, mesmo com as desastrosas gestões de Fernando Collor (1992-1993) e Fernando Henrique Cardoso (1994-2001) para o país. Ao longo da década, o Sindicato dos Metalúrgicos da Bahia se tornou referência em defesa do trabalhador. A categoria teve ainda intensa participação para a eleição do presidente Lula em 2002 e 2006.

Com a chegada do Complexo Ford em Camaçari, em 2001, a Força Sindical e o ex-governador Paulo Souto tentam criar ilegalmente um sindicato na cidade. Os metalúrgicos reagem e fundam o Sindicato de Camaçari, seguido por outras entidades de base em Candeias, Pojuca, Simões Filho e Dias D’Ávila, Vitória da Conquista e Ilhéus. Com o objetivo de assegurar a unidade da categoria, em 2003 é fundada a FETIM (Federação dos Metalúrgicos da Bahia), com sede em Salvador.

Aos trabalhadores também é oferecida uma programação cultural e esportiva durante todo o ano, com destaque para o Campeonato de Futebol, que atrai dezenas de times e movimenta as fábricas, e o tradicional Forró dos Metalúrgicos. Para os sindicatos, a integração da categoria é fundamental.

Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos da Bahia

http://www.metalurgicosbahia.org.br/index.html

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