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O que significam ABS, EAS, ESP, EBD e BAS?

O que significam ABS, EAS, ESP, EBD e BAS?

As montadoras a cada ano, lançam modelos cada vez mais sofisticados embutidos com muita tecnologia em automóveis ou motos, e com tantas inovações, algumas siglas já conhecidas referentes aos sistemas dos veículos podem ser alteradas conforme o fabricante, mesmo assim, tem a mesma função, como as siglas ABS, EAS, ESP, EBD e BAS, o que significam?

O significado de algumas siglas como ABS por exemplo, muita gente entende que se trata de certo tipo de freios, e as outras podem ser referentes ao controle de tração, estabilidade do veículo, enfim, essas siglas cada uma tem uma função importante e diferente, por isso, vale a pena conhecer cada uma, é só conferir!

ABS

 ABS, ou, “Anti-lock Braking System”(em inglês), significa que é um sistema de freios que não trava, graças aos sensores instalados nas rodas, por isso, quando o motorista pisa no freio de repente para evitar uma colisão, o sistema determina que a freada seja feita aos poucos, dessa maneira evita que a roda trave.

O ciclo de aplicação e desaplicação se alternam e podem se repetir muitas vezes por segundo, é comum acender no painel o aviso do ABS quando o sistema é ativado freadas repentinas, mas, fique atento, pois, só deve acender nesses casos.

ABS

 ABS, ou, “Anti-lock Braking System”(em inglês), significa que é um sistema de freios que não trava, graças aos sensores instalados nas rodas, por isso, quando o motorista pisa no freio de repente para evitar uma colisão, o sistema determina que a freada seja feita aos poucos, dessa maneira evita que a roda trave.

O ciclo de aplicação e desaplicação se alternam e podem se repetir muitas vezes por segundo, é comum acender no painel o aviso do ABS quando o sistema é ativado freadas repentinas, mas, fique atento, pois, só deve acender nesses casos.

EAS

EAS significa Electronic Actuation System. É o sistema de controle de tração e também de altura do carro em relação ao solo e, que auxilia o ABS, para que o pedal não seja levado ao fundo, ou seja, ao frear bruscamente controlar a altura do veículo.

ESP

ESP significa “Eletronic Stability Program”, é um programa eletrônico de estabilidade que ajuda o carro a retornar a trajetória original antes da freada brusca, seja no eixo traseiro ou dianteiro.

Já nas curvas, ativa os freios em uma ou mais rodas quando reconhece situação de risco ou perda de aderência. Interessante frisar que nos modelos Audi, Chevrolet ou Kia, é conhecido como ESP, enquanto a Ford dá o nome de ESC.

EBD

EBD significa “Eletronic Brake Force Distribuition”. Trata-se da distribuição eletrônica da força no momento de freadas bruscas, ou seja, é um sistema de controle da força da frenagem nos eixos dianteiro e traseiro, utilizado também como auxiliar complementar do ABS com a finalidade de distribuir melhor a força empregada na freada brusca.

BAS

BAS significa Brake Assist System, é um sistema de auxílio a freadas repentinas que joga carga máxima no freio quando o motorista pisa no pedal bruscamente e trabalha em conjunto com o ABS e o EBD.

É bom esclarecer que o sistema BAS, é o mesmo que AFU, BA, EBA, PBA, e todos tem a mesma função, o auxílio a frenagens de emergência, aplicando força total em freadas bruscas.

Na realidade, BAS é a sigla mais usada em modelos como Elantra, Freemont e na picape Amarok, já no Fluence e outros franceses é o AFU, e na GM era EBA e agora é conhecido como PBA.

Conforme mostrado, siglas diferentes e com a mesma função, podem variar conforme o fabricante, por isso, fique atento e compare cada modelo antes de escolher o próximo veículo!

 

 

Nota
Imagens meramente ilustrativas.
Os direitos autorais de todo o material apresentado neste site são propriedade da Hulk Equipamentos Automotivos Ltda ou do criador original do material, estas imagens foram coletadas de diversas fontes públicas, incluindo sites diferentes, considerando a possibilidade de estar em domínio público. Se alguém tiver qualquer objecção à exibição de qualquer imagem ou notícias, deve trazer ao nosso conhecimento através do e-mail (contato). O mesmo será removido imediatamente, após verificação do crédito. Todas as Marcas e nomes pertencem aos seus proprietários. Outros nomes e marcas podem ser de propriedade de outras empresas.
Declinamos toda e qualquer responsabilidade legal advinda da utilização das informações acessadas nos nossos sites que tem por objetivo a divulgação de informação, diversão e educação dos interessados. Medidas tomadas pelos usuários são de sua inteira responsabilidade. Reiteramos que orientamos sempre a consultar e seguir as instruções presentes no manual do proprietário do seu veículo.

Faróis de milha e farol de neblina, você sabe a diferença e quando utilizar?

Faróis de milha e farol de neblina, você sabe a diferença e quando utilizar?

A noite é comum ver muitos carros trafegando com todos os tipos de luzes acesas ao mesmo tempo, e isso, nas ruas das cidades, não nas estradas, apenas para deixar o visual do carro mais bonito e chamar a atenção, afinal, cada um tem uma utilidade específica, mas, então, faróis de milha e farol de neblina, quando utilizar?

Quando utilizar os faróis de neblina

Os faróis de neblina como o próprio nome diz, devem ser utilizados somente em locais onde há nevoeiro, pois, servem para iluminar tudo que está bem próximo a frente do veículo.

A diferença é que a iluminação é feita através de um facho de luz aberto, justamente para ajudar o motorista a se localizar na estrada, é de curto alcance, mas, bem largo, assim, consegue ter uma iluminação bem próxima ao veículo.

Os faróis de neblina não devem ser ligados quando não há nevoeiro, já que a neblina se forma a 60 cm do chão aproximadamente, e como esse tipo de luz é mais espalhada, ofusca os outros motoristas, inclusive pelo retrovisor!

 

 
Quando utilizar o Farol de Milha

O farol de milha fica próximo aos faróis tradicionais, justamente para jogar luz a longa distância, e assim, melhorar o conforto visual, já que aumenta a quantidade de luz no mesmo ponto desejado.

A visão lateral não é beneficiada, pois a luz é projetada para iluminar a frente apenas, e deve ser utilizada com cuidado, assim, como o farol alto, somente em casos de não haver outros motoristas no sentido contrário, senão pode causar cegueira temporária!

E os Faróis Auxiliares? Quando utilizar?

Existem várias marcas e tipos de carros no mercado, alguns, além dos faróis para neblina, já vem de fábrica com faróis auxiliares que são faróis de longo alcance, podem ser utilizados quando o farol alto já não é mais suficiente, ou seja, é um coadjuvante para o farol alto.

Regulagem das lâmpadas dos faróis de milha e farol de neblina

A substituição das lâmpadas dos faróis de milha e farol de neblina devem ser feitas após 400 horas de uso, isto é o que garante a qualidade na luz refletida.

Já no caso do farol de neblina é interessante frisar que não adianta apenas substituir a lâmpada, pois, o foco deve ser regulado e apontado para o chão, aproximadamente um metro a frente do carro, e caso a lâmpada não fique na posição correta, o farol de neblina não beneficiará no momento de nevoeiro, por isso, é aconselhável pedir ao eletricista para fazer essas substituições.

E aí? A matéria ajudou a diferenciar e quando utilizar?

Por favor, deixe sua opinião para nós nos comentários.

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DPVAT. Quem pode solicitar este seguro?

DPVAT. Quem pode solicitar este seguro?

Todo ano o motorista deve licenciar seu veículo e ainda, pagar pelo seguro obrigatório conhecido como Seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), o interessante é que grande parte da população paga sem saber sobre os benefícios que pode conseguir com o DPVAT, no caso de sofrer algum acidente de carro!

Entenda sobre a importância em pagar o Seguro DPVAT

Ao pagar o DPVAT, todo motorista que sofre algum acidente seja de carro, moto, ônibus, ou, caminhão, tem direito a receber uma indenização garantida em Lei Federal, que pode variar de acordo com o tipo de acidente sofrido que pode ser classificado como Morte, ou, como Invalidez e em ambos os casos o valor a ser pago é de R$ 13.500,00.

Já para os sortudos que sofreram algum acidente, mas, felizmente apenas ficaram hospitalizados até a recuperação, é bom que saibam que as despesas médicas como consultas e remédios no valor de até R$ 2.700,00, são também cobertas pelo DAMS (Reembolso de Despesas Médicas e Suplementares) que faz parte do Seguro DPVAT.

É bom esclarecer que o Seguro DPVAT cobre apenas os valores gastos com a vítima em decorrência do acidente, no caso, o motorista em questão, não indenizando nenhuma parte do bem material, como o veículo envolvido no acidente, nem mesmo nos casos de incêndio ou roubo.

Quem pode solicitar o pagamento do Seguro DPVAT

Não é apenas o motorista que pode solicitar a indenização do Seguro DPVAT, já que de acordo com a Lei Previdenciária, pode receber a indenização as seguintes pessoas nesta mesma ordem:

  • O próprio motorista;
  • O cônjuge ou companheiro(a);
  • Os filhos;
  • Pais ou avós;
  • Tios(as) ou sobrinhos(as) da vítima;
  • Qualquer pessoa que a vítima permitiu o direito ao reembolso.

Atenção, para acionar o seguro DPVAT não necessita de terceiros ou pagar qualquer taxa adicional. É um direito seu como cidadão.

E como requerer o Seguro DPVAT

  • Para dar entrada no pedido e requerer o Seguro DPVAT, é só apresentar os documentos como o atestado de óbito, documentos pessoais que comprovem a união entre vítima e cônjuge, comprovante de residência do beneficiário.
  • Para os casos de invalidez, é necessário apresentar um laudo pericial.
  • Quando o reembolso for solicitado a DAMS, apenas para cobrir as despesas médicas, hospitalares e medicação, precisa que sejam apresentados o receituário médico, assim, como as notas fiscais que comprovem os gastos. Portanto, não é bom sair do hospital sem antes ter em mãos, todas as documentações necessárias para conseguir o reembolso da DAMS.

Outro ponto muito importante a esclarecer, é que o Seguro DPVAT, é pago ao motorista, ou, a algum de seus familiares conforme já explicado acima, independentemente, se o motorista foi o causador do acidente ou a vítima, visto que não está vinculado as regras de trânsito, inclusive, até mesmo no caso de fuga do outro motorista envolvido no acidente, o valor ainda será pago normalmente.

Somente lembrando, que a vítima tem o prazo legal garantido por lei, de dar entrada no Seguro DPVAT, até 3 anos após ocorrido o acidente, desde que tenha todos os documentos necessários em mãos para que seja feita a constatação do fato.

 

Para saber mais sobre este seguro, acesse http://www.denatran.gov.br/dpvat.htm e tire suas dúvidas.

 

 

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[Informativo] Reposição de Peças para Veículos Importados no Brasil

[Informativo] Reposição de Peças para Veículos Importados no Brasil

Com o incentivo criado pelo governo com a redução de IPI, em diversos setores, houve um aumento elevado na venda de veículos zero-quilômetro, essa demanda no entanto, acabou prejudicando o consumidor, na hora de precisar dos serviços de uma mecânica, ou de uma funilaria.

O problema que está sendo encontrado, é quanto a falta de peças para reposição, já que a maioria de peças fabricadas e destinadas para este fim, vem sendo utilizada na montagem de novos veículos, para acompanhar o crescimento nas vendas iniciadas em 2012.

O consumidor em geral, está com problemas na reposição de peças como itens mecânicos como mangueiras do sistema de refrigeração do motor, partes da lataria do veículo, como capôs, acessórios obrigatórios como retrovisor.

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Há relatos de consumidor que ficou 87 dias, com o carro parado na oficina, a espera de um capô do Citroen C3 2012, isto acabou onerando o orçamento, já que dependia do carro para ir ao trabalho, chegando a gastar R$ 50,00 por dia só em táxi.

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Outro consumidor, teve o retrovisor quebrado, no seu Kia Picanto, e como não havia peças de reposição em estoque, a importadora demorou 3 meses para receber da Coreia do Sul, a peça para reposição.

É comum faltar peças como partes da lataria para reposição, tanto de carros importados raros, como de carros nacionais lançados recentemente, como inclusive os carros importados que já não são mais fabricados, levando aproximadamente até 40 dias, para conseguir receber a peça faltante.

 
A Anfape (Associação dos Fabricantes de Autopeças) informa que a falta de reposição de peças, deve-se ao fato de que as montadoras, não tem como atender ao mercado de montagem e de reposição ao mesmo tempo, mas, também não desejam que haja outras empresas para fazer essa parte.

 

Segundo a Anfavea (Associação das Montadoras) existe falta de algumas peças para reposição para alguns modelos de veículos somente, e que esse problema não se apresenta de forma corriqueira, visto que grande parte dessas peças são fabricadas em larga escala, e quando não são facilmente encontradas, seria devido a consumos mais elevados e esporádicos, já que os estoques são constantemente verificados.

A falta de reposição de peças é também afetada, devido ao Recall do fabricante, para a troca gratuita e obrigatória de algumas peças ou componentes, e que normalmente pode envolver cerca de até 35 mil veículos de uma única vez, indo procurar os serviços das concessionárias, o que justificaria a lentidão no pronto atendimento de peças, para os outros veículos, que não foram lá devido o Recall.

O Procon informa que sempre que o consumidor achar que está sendo lesado, devido seu veículo ficar parado aguardando peças de reposição, no prazo acima de 30 dias, ou ainda, se o prazo estipulado não for cumprido, que poderá procurar pelos seus direitos, acionando a empresa na justiça.

Caso o problema seja com a falta de peças, poderá processar o fabricante do veículo, caso o mesmo esteja sendo fabricado ainda, para modelos fora de linha, o veículo não pode ultrapassar 10 anos desde que deixou de ser fabricado o mesmo modelo.

É aconselhável que antes de acionar a justiça, ou o Procon, que o consumidor tente entrar em acordo amigável, como por exemplo, talvez conseguir um carro substituto gratuitamente, até a chegada da peça para reposição.

De qualquer maneira, todos os recibos envolvendo os serviços, desde o momento que o veículo deu entrada na Concessionária, como inclusive recibos de táxis que foram usados para locomoção, devem ser mantidos para eventuais processos indenizatórios.

Para os veículos usados comercialmente, como por exemplo táxis, pick-ups, vans, utilitários em geral, entre outros, caso fiquem parados em oficinas ou concessionárias, esperando a reposição de peças, podem entrar na justiça, e solicitar indenização devido ao prejuízo que foi causado pela interrupção do serviço.

 

 

Gostou das dicas? Queremos ouvir uma experiência sua ou de um amigo que você conheça.

Escreva nos comentários e vamos trocando informações.

Tenha um ótimo dia.

 

 

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