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Curiosidades sobre o óleo lubrificante

Curiosidades sobre o óleo lubrificante

Para garantir o bom funcionamento do veículo é preciso muito mais do que lavar, encerar e completar o tanque de combustível. Por isso, um dos procedimentos mais importantes para assegurar o desempenho do automóvel é a troca de óleo regular, uma vez que a lubrificação adequada atenua o atrito entre as peças dentro do motor, o que garante sua potência.

Muitas pessoas, no entanto, possuem dúvidas sobre qual marca usar, qual a periodicidade adequada para a troca e se existem produtos menos agressivos ao meio ambiente. Segundo o consultor técnico da TOTAL Lubrificantes do Brasil, Fábio Silva, “o motorista precisa estar atento à importância e o controle da troca do óleo para manter o veículo em boas condições de uso. Sem isso, a saúde do motor corre perigo e prejuízos podem acontecer”, alerta.

Por isso, o especialista esclarece abaixo as dez principais curiosidades sobre a viscosidade do óleo lubrificante. Muitas dúvidas são verdadeiras enquanto outras são apenas mitos que devem ser desvendados para que o motor seja tratado com toda a atenção que merece.

Óleo de qualidade não envelhece e pode ser utilizado por muitos anos.

MITO – Todos os lubrificantes possuem um período de troca pré-determinado pela montadora do veículo e informado no manual do proprietário. O que define a periodicidade da substituição é a quilometragem ou prazo do produto no motor do veículo. Quando a troca é determinada pela quilometragem, normalmente, está relacionada com o tipo de condução do motorista e a localidade (“cidade/estrada”). No caso da substituição por período, quando o veículo não atingiu a quilometragem estipulada pela montadora, também é necessário realizar a troca do óleo, pois o lubrificante oxida-se em contato com o oxigênio e na presença do calor (condições normais dos motores), além de contaminar, o que faz com que o óleo perca suas propriedades.

Todos os óleos lubrificantes são iguais e podem ser utilizados em qualquer tipo de motor.

MITO – Os lubrificantes não são todos iguais. Existem diferenças de viscosidade e pacote de aditivos, que estão relacionados ao desempenho do produto. Para cada tipo de veículo existe uma especificação de óleo a ser utilizado. O consumidor deve sempre verificar a recomendação da montadora no manual do proprietário.

Posso utilizar qualquer tipo de lubrificante em carros antigos. 

MITO – Carros antigos, que estejam com a manutenção em dia, devem utilizar o mesmo lubrificante que foi recomendado no manual do veículo. Os produtos com maiores viscosidades, como o 25W60, são recomendados para veículos que estejam queimando óleo e esfumaçando, sinais que indicam que o motor está com grandes folgas. Caso o veículo esteja com alta quilometragem, mas não esteja queimando óleo ou esfumaçando, recomenda-se manter a indicação da montadora.

Óleo bom é aquele que não baixa o nível e não precisa de reposição e nem fica preto.

MITO – É normal que baixe o nível do lubrificante durante o uso do veículo, pois no momento da lubrificação do pistão, um pequeno volume de óleo é “queimado” juntamente com o combustível. Essa redução é esperada em qualquer veículo, mas é preciso ficar atento se o consumo do óleo estiver alto, pois pode significar alguma falha mecânica no motor e o ideal é procurar um mecânico. O óleo consumido deve ser reposto. Se o lubrificante ficar preto com o uso é sinal que está cumprindo corretamente sua função, que é a de remover as impurezas do motor e deixá-las ‘flutuando’ no lubrificante até o momento da troca. É extremamente importante que a sujeira esteja no óleo e não no motor para que não venha causar problemas.

Não existe diferença entre os óleos lubrificantes para carro e moto.

MITO – Todos os lubrificantes são compostos por óleo básicos e aditivos. Os lubrificantes para carros e motos são semelhantes, mas não possuem a mesma aditivação, apesar de serem regulamentados pela mesma norma API. Os lubrificantes para motos possuem uma aditivação diferenciada dos carros em função da embreagem ser lubrificada pelo óleo de motor. Sendo assim, a utilização de óleos de carros em motos, por exemplo, pode ocasionar problemas na embreagem da mesma.

Não posso misturar óleo sintético ou semissintético ao mineral.

DEPENDE – Em casos de emergência a mistura pode ser realizada. Mas, esta prática é recomendada apenas em casos de força maior. Os lubrificantes sintéticos ou semissintéticos possuem óleos básicos com características superiores aos óleos minerais. A mistura entre eles gera um desbalanceamento da formulação e, em alguns casos, perda de viscosidade e aditivação, fatores que podem comprometer o desempenho do óleo e deficiência de lubrificação no motor.

O motor deve estar frio na hora de verificar o nível e quente na hora da troca de óleo.

VERDADE – Para medir o nível do óleo é importante aguardar, aproximadamente, 10 minutos após parar o veículo para que o óleo retorne ao Carter, fazendo com que a leitura seja precisa com relação ao volume. Para trocar o óleo é importante que o motor esteja quente, pois desta forma, o produto flui com mais facilidade e carregue com ele a sujeira do motor para que a troca seja realizada rapidamente. Lembrando apenas que o nível correto do óleo é entre o máximo e o mínimo da vareta, ou seja, não se deve manter o nível próximo a nenhuma das extremidades da vareta.

Aditivos melhoram o desempenho do motor.

VERDADE – Os aditivos fazem parte da formulação do produto e melhoram o seu desempenho quando de acordo com as regulamentações API/ACEA. Os aditivos “avulsos”, que são comercializados no mercado, não são recomendados pelos fabricantes de lubrificantes, pois todos os óleos de boa qualidade são formulados com a quantidade de aditivos necessária para que o produto desempenhe perfeitamente sua função. O uso de aditivos errados pode desbalancear a formulação do óleo, ocasionando borra ou, em casos extremos, lubrificação ineficiente do motor.

O óleo recomendado pelo fabricante do veículo é sempre a melhor opção na hora da troca.

VERDADE – Sim, e sempre deve ser seguida a recomendação do fabricante do veículo, que indicam características técnicas importantes a serem seguidas como: viscosidade e o nível de desempenho do lubrificante. A viscosidade do lubrificante pode ser identificada na embalagem, conforme normatização da SAE – Sociedade de Engenharia Automotiva. Óleos multiviscosos são os mais comuns para motores automotivos. Sabe-se que 75% do desgaste do motor ocorrem no momento da partida, em função dos poucos segundos que o motor trabalha a seco, sendo assim, neste momento é essencial que o lubrificante flua o mais rápido possível para lubrificar o motor. Esta é a importância de se utilizar produtos com viscosidade menor no momento da partida, e é uma tendência para os novos projetos, cada vez mais a presença de lubrificantes de baixas viscosidades e que atendam as exigências para redução de consumo de combustível e emissão de gases poluentes. Por isso é extremamente importante seguir a viscosidade recomendada pela montadora. Quanto maior a numeração presente na embalagem do produto, mais viscoso é o óleo. Outra informação importante no momento da escolha do óleo é o nível de performance que é definido pelos institutos específicos, como por exemplo:  API (American Petroleum Institute), ACEA (Association des Constructeurs Européens d’Automobiles), ILSAC ( International Lubricants Standardization and Approval Committee).

As indústrias fabricantes de óleos lubrificantes devem obedecer a regulamentações, que visam garantir a qualidade e, sobretudo, a pouca agressividade dos produtos ao meio ambiente.

VERDADE – Toda empresa fabricante de lubrificante deve seguir as regulamentações na ANP (Agência Nacional de Petróleo), que regulamenta a produção, qualidade, níveis de desempenho, os óleos básicos e demais legislações referentes ao segmento. No nosso caso a Total Lubrificantes, por ser uma das quatro maiores empresas petrolíferas do mundo, conduz seus negócios de modo seguro, visando atender a legislação, além de possuir uma real preocupação com relação à qualidade e meio ambiente.

Fonte: adaptado de www.revistapubliracing.com.br

Nota Imagens meramente ilustrativas. Os direitos autorais de todo o material apresentado neste site são propriedade da Hulk Equipamentos Automotivos Ltda ou do criador original do material, estas imagens foram coletadas de diversas fontes públicas, incluindo sites diferentes, considerando a possibilidade de estar em domínio público. Se alguém tiver qualquer objecção à exibição de qualquer imagem ou notícias, deve trazer ao nosso conhecimento através do e-mail (contato). O mesmo será removido imediatamente, após verificação do crédito. Todas as Marcas e nomes pertencem aos seus proprietários. Outros nomes e marcas podem ser de propriedade de outras empresas. Declinamos toda e qualquer responsabilidade legal advinda da utilização das informações acessadas nos nossos sites que tem por objetivo a divulgação de informação, diversão e educação dos interessados. Medidas tomadas pelos usuários são de sua inteira responsabilidade. Reiteramos que orientamos sempre a consultar e seguir as instruções presentes no manual do proprietário do seu veículo.

Mulheres que Fizeram História no Automobilismo.

Mulheres que Fizeram História no Automobilismo.

Não foram somente os homens que marcaram presença na trajetória do automóvel, algumas mulheres fizeram história no automobilismo também, assim, como nos dias atuais muitas estão fazendo um papel importante na sociedade, como algumas brasileiras por exemplo, é só conferir!

Bertha Benz

Foi graças a Bertha Benz que o automóvel ficou popular, por isso, ficou conhecida como a “mãe” do automóvel, além disso, foi o primeiro piloto de teste da história!

Casada com Karl Benz, no ano de 1888, Bertha dirigiu o Patent-Motorwagen Nº 3, fazendo a primeira viagem de longa distância com veículo motorizado com seus dois filhos, percorrendo cerca de 104 km entre as cidades de Mannheim e Pforzheim.

E como tudo era novidade, enfrentou vários problemas pelo caminho!

Chegou inclusive, a usar um prendedor de cabelos para desobstruir o tubo de combustível que entupiu, isso, permitiu que sugerisse melhorias no carro, como o uso de uma terceira marcha por exemplo, após ter dificuldade para subir uma ladeira com o veículo que tinha somente duas marchas!

Bertha Benz também deu origem a invenção da lona de freios.

Duquesa d’Uzés

A 1 ª habilitação para uma mulher dirigir, foi conseguida em 1898, na França, pela Duquesa Anne d’Uzés e passado 2 meses, conquistou outra façanha, claro, que nos dias de hoje, esse ninguém quer, foi a primeira mulher a receber uma multa de trânsito, por excesso de velocidade!

Imaginem só, o limite na época, era de 12 km/h, e ela passeava tranquilamente a 15 km/h, na época deveria ser algo inaceitável, uma mulher dirigindo e em alta velocidade!

Talvez, por esse motivo, fundou o primeiro clube feminino do automóvel da França!

 

Maria José Pereira Barbosa Lima e Rosa Helena Schorling

Aqui no Brasil em 1932, foi o ano em que as primeiras mulheres tiraram habilitação para dirigir automóvel, foram elas, Maria José Pereira Barbosa Lima, e Rosa Helena Schorling, primeira paraquedista do País, e no ano seguinte em 1933, também tirou carta de moto!

Mary Anderson

O 1º limpador de para-brisa foi inventado em 1903 pela norte-americana Mary Anderson, que durante uma viagem a Nova Iorque viu que os condutores dos bondes precisavam abrir as janelas sempre que chovia.

Por isso, teve a ideia de criar um braço com ponta de borracha onde os condutores poderiam usar de dentro dos bondes por meio de uma alavanca, esta invenção acabou sendo equipamento obrigatório nos veículos nos EUA em 1916.

Madame Camille Du Gast

A primeira mulher a participar de um rali em 1901 foi a francesa Madame Camille Gamond Du Gast, entre as cidades de Paris e Berlim.

Ela dirigia um Panhard-Levassor de 20 cv que não era preparado para corridas, mesmo assim, percorreu 1.105 quilômetros, largando em 122º lugar e terminando em 33º na classificação geral. A prova durou 25 horas e 30 minutos.

Maria Teresa de Filippis

Maria Teresa de Filippis foi a 1ª mulher a participar da Fórmula 1 entre 1958 e 1959, e seu melhor resultado foi 10º lugar no Grande Prêmio da Bélgica em 1958.

Lella Lombardi

Lella Lombardi também dirigiu na fórmula 1, entre 1974 e 1976, seu melhor resultado foi no Grande Prêmio da Espanha em 1975, quando terminou na 6 ª colocação, e foi também a primeira mulher a pontuar na categoria.

Giovanna Amati

A italiana Giovanna Amati foi a última mulher a participar da Fórmula 1, em 1992, quando tentou se classificar nas três primeiras corridas da temporada pela extinta Brabham, como não conseguiu, abandonou a categoria e foi substituída por Damon Hill.

Danica Patrick

Danica Patrick é atualmente piloto da Nascar, e tem o título de mulher mais bem-sucedida no automobilismo!

Ela é norte-americana, e é a 1 ª mulher a conquistar a Pole Position, a primeira posição no grid de largada na Nascar, com vitória obtida no ano de 2013 na prova Daytona 500, a mais importante e tradicional da categoria!

Além disso, ganhou o título de primeira mulher a vencer uma corrida na Fórmula Indy em 2008, e foi também a primeira a subir ao pódio na famosa corrida das 500 Milhas de Indianápolis em 2009 chegando em 3 º lugar!

Mary Barra

Mary Barra, assumiu o cargo de presidente-executiva global da GM em janeiro de 2014, por isso, ficou conhecida como a primeira mulher na história a liderar uma montadora!

Na GM, o histórico de mulheres no comando é grande, como a subsidiária brasileira que já foi comandada por duas norte-americanas, Denise Johnson, que ficou no posto por apenas oito meses entre os anos de 2010 e 2011, e Grace Liblein, que liderou a GM do Brasil entre os anos de 2011 e 2012.

E como não podia ser diferente, a mulher brasileira mais uma vez marca presença com a brasileira Isela Costantini que ocupa destaque nas operações da GM na Argentina, no Uruguai e no Paraguai, por isso, foi escolhida como “CEO do Ano 2015” na Argentina!

 

 

Nota
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Aprenda a Valorizar Seu Usado na Venda

Aprenda a Valorizar Seu Usado na Venda

Nem sempre a venda de um carro é uma tarefa simples, principalmente depois que verificou o preço na tabela dos usados, qual a média que estão sendo vendidos, tudo isso, cria só expectativa já que o valor que está pedindo é sempre superior ao oferecido, e para melhorar a oferta do comprador o ideal é que aprenda a valorizar seu usado na venda!

Certamente valorizar seu usado na venda não é uma tarefa nada fácil, mesmo assim, vale a pena já que qualquer 500 reais a mais que conseguir na negociação, será 500 a menos que desembolsará na compra de outro!

A desvalorização do produto é algo que infelizmente existe, e de nada adianta querer elevar o preço porque o carro está todo equipado, cheio de acessórios caros, ou, se tem ainda, cheiro de novo, pois, saiu da concessionária e virou a esquina, são 20% a menos no bolso!

Seja como for, nenhum desses fatores é para desanimar, deve ser persistente, não vender ao 1 º que aparece e joga o preço lá embaixo, principalmente porque você sabe que o carro está bom e vale cada centavo.

Por isso, uma boa estratégia é que aprenda a valorizar seu usado na venda, assim, terá argumentos convincentes!

Pode parecer incrível, mas, aprenda a valorizar seu usado na venda, desde o momento em que você comprou, ou, seja, cuide muito bem de seu veículo para que fique em ótimo estado de conservação, um ótimo visual é o que chama atenção e provoca o interesse em qualquer comprador!

Durante o tempo em que estiver com o carro, aprenda que o valor que pretende numa futura negociação vai depender de algumas atitudes que teve. Confira:

 

  • Não fumar dentro, a fumaça além de amarelar todo o interior, deixa o ambiente impregnado com cheiro de nicotina;
  • Não comer dentro do veículo já que as migalhas se espalham por todo o interior, inclusive, o aspirador usado constantemente acaba desgastando mais rápido o carpete e os bancos;

 

  • A limpeza pode disfarçar manchas de alimentos ou sucos nos bancos, mas, acaba com a aparência em geral, pois, deixam marcas;

 

  • Tenha o hábito de deixar o carro estacionado em locais fora da ação do sol, isto, é desastroso para a pintura, mesmo que encere periodicamente;

 

  • Riscos ou arranhados na pintura devem ser corrigidos em funileiros especializados, senão a aparência fica pior ainda;
  • Caso tenha comprado o carro ainda zero, faça todas as revisões e manutenções nas datas corretas, isto é um fator que eleva o preço do usado;

 

  • Evite fazer mudanças radicais demais, pois, nem sempre é sinônimo de valorização, como rodas, pintura, faróis, até no som ou na mecânica, pois a maioria prefere o carro com a cara que saiu da concessionaria;
  • A cor do carro pode influenciar também na hora de valorizar seu usado na venda, porque cores personalizadas estilo pink, laranja, entre outras super chamativas podem ser o sonho de consumo de alguns somente, mas, na hora da revenda vai descobrir que mesmo com o carro com aspecto de zero, o preço devido a cor, pode despencar;

 

  • Na dúvida pode apostar no branco, preto, ou prata, dificilmente desvalorizam;

É interessante frisar que o valor de seu usado pode variar conforme o comprador, então, analise se precisa ter mais dinheiro na mão e, nesse caso o ideal seria vender para o particular que sempre paga mais, ou, se quer dar o carro com valor X de entrada, nesse caso pode conseguir uma negociação melhor na revenda.

Mesmo assim, o preço oferecido por uma revenda pode ser mais baixo que outra, ou, a tabela de juros pode ser mais alta, portanto fica a dica de não fazer negócio logo na 1ª revenda ou concessionária que entrar, pesquise muito, até ter a certeza que está levando vantagens!

Já numa negociação com particular, não esqueça que deve dar garantia de motor e câmbio de 3 meses pelo menos, agora, vendendo o carro para uma revenda o carro é avaliado na hora, e se julgarem que tem algo a fazer isto desvaloriza o valor a ser pago, só que em compensação, depois de vendido ninguém vem bater a sua porta pedindo que seja indenizado pelo conserto!

Um item importante que valoriza seu usado na venda, é o manual do proprietário e a chave reserva, e isto vale para particular e concessionaria, onde podem ser vistas as datas das revisões e, se foram feitas nas datas corretas, indica que o condutor sempre esteve atento ao carro, e assim, pode chegar no preço desejado!

No caso do comprador ser um particular, fique atento a transferência de propriedade, acompanhe até a certeza que já transferiu de nome, senão as multas e a pontuação dele sairão em seu nome, além disso, não esqueça de informar a sua seguradora que não está mais com o carro, principalmente se ainda estiver pagando as parcelas do seguro!

Boa compra!

 

 

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Um Novo Carro Para Uma Nova Era

Um Novo Carro Para Uma Nova Era

O carro movido a hidrogênio está saindo das histórias futurísticas para se tornar uma realidade, e o interessante seria que essa tecnologia, pode deixar o meio ambiente mais saudável longe da poluição causada pelo Co² dos automóveis, isso, sem falar que é do tipo renovável!

Embora essa tecnologia venha sendo estudada desde os meados dos anos 60 e foi alvo entre várias montadoras instaladas pelo mundo, é a Toyota que acaba de anunciar o 1 º carro movido a célula de hidrogênio o qual será produzido em grande escala em Motomachi, na cidade de Toyota, Japão.

O nome do carro é Mirai, que na língua japonesa significa “futuro”. Serão fabricados apenas 700 unidades por ano, 3 por dia, e a ideia de produção é que até 2017 atinja a 3 mil unidades, as vendas acontecem primeiramente no Japão e nos Estados Unidos.

Outros carros movidos a hidrogênio já são fabricados pela Honda e a Hyundai, mas, a promessa é que o carro da Toyota, o Mirai, será o primeiro a ter a venda aberta ao público.

 

Entenda como funciona o carro movido a hidrogênio

Na verdade existem duas formas de usar o hidrogênio em veículos automotores:

  • A maneira antiga seria a convencional utilizada em motores a combustão, do mesmo jeito feito em carros movidos a gás natural, e funciona com o hidrogênio que vai para a câmara de combustão e é queimado junto com o ar movendo os pistões.
  • A outra maneira mais moderna é utilizar o hidrogênio como célula combustível em veículos elétricos.

A vantagem do carro movido a hidrogênio com a tecnologia mais moderna, é a performance apresentada que acaba sendo o dobro do motor a combustão, além de não emitir nenhum tipo de  poluente, já que o escapamento libera apenas água para o meio ambiente!

O hidrogênio quando utilizado como célula combustível, permite que os veículos tenham maior autonomia e eficiência energética, isso porque o hidrogênio ao combinar com o oxigênio do ar, produz água e eletricidade, igual a uma bateria, só que em vez de recarregar com eletricidade, coloca-se mais hidrogênio para que a reação química possa continuar, assim, essa eletricidade é liberada pela célula e armazenada numa bateria convencional que alimenta o motor elétrico e move o veículo.

O diferencial sobre a utilização do hidrogênio como célula combustível, é a facilidade que os países têm na produção, enquanto o petróleo não!

E como a preocupação atual é criar um combustível que não prejudique mais a camada de ozônio, o carro movido a hidrogênio é bem-vindo!

 

 

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Por Que Acendeu Uma Luz no Painel de Meu Carro?

Por Que Acendeu Uma Luz no Painel de Meu Carro?

Quando acende uma luz no painel de seu carro de forma intermitente, ou seja, acende e não apaga mais, ou, percebe que começa acender e apagar, fique alerta, pois é hora de levar o quanto antes numa oficina de reparos!

Todo carro precisa de uma manutenção ou revisão periódica para preservar e prolongar a vida útil do motor, da parte elétrica entre outros componentes.

Mesmo assim, o carro é uma máquina que pode sofrer avarias inesperadas, e o principal sintoma de que algo não anda bem no veículo é a luz que acende no painel, por isso, é necessário identificar qual a parte que está com problema para informar o mecânico.

Este artigo é para ajudar a conhecer as principais luzes que podem existir no painel do carro e as funções de cada uma, claro, que devido à existência de inúmeros modelos de veículos, nem todas as sinalizações serão iguais, na dúvida, basta ler no manual do proprietário.

As sinalizações mostradas acima, cada uma tem a explicação correspondente logo abaixo. Confira:

1-Quando acende, é a luz de temperatura alta

Significa que o motor está superaquecido e portanto, deve parar de imediato. Não se arrisque a continuar andando, senão o motor trava e vai parar de vez. O procedimento a ser adotado é chamar um guincho para levar o carro até uma oficina mecânica.

2-Quando acende, é problema de injeção eletrônica

Significa que o carro pode consumir mais combustível que o normal, e provocar o aumento da emissão de gases poluentes fazendo o carro parar de vez. O procedimento a ser adotado, é o mesmo.

3-Quando acende, é a luz de pressão do óleo do motor

Significa que o motor está sem óleo, pois, não verificou o nível do óleo, ou, pode ter acontecido um vazamento, e o motor pode fundir. O procedimento a ser adotado, é o mesmo.

 

4-Quando acende, é a luz alta dos faróis que estão ligados. Fique atento, pois, em vias onde há iluminação pública é proibido transitar com a luz alta dos faróis.

5-  Quando acendeportas-abertas, é porque tem alguma porta aberta no carro.

Nesse caso é bom verificar antes de sair com o veículo, para evitar que aconteça um acidente.

6-Quando acende, significa que está com a seta ligada do veículo indicando que está para fazer uma curva, ou, mudar de faixa de rodagem.

Preste atenção, pois deve ficar ligada somente até completar o percurso, depois deve apagar para não confundir outros motoristas.

7-Quando acende, é porque a luz do farol de neblina está ligado, e é apenas recomendado quando tem neblina. Pois pode prejudicar o campo de visão do motorista que vem em sentido contrário.

8-Quando acende, pode ter dois significados:

*Quando o carro está estacionado, indica que o freio de mão foi puxado;

*Caso o carro está em movimento e a luz acender, indica que o reservatório de óleo de freio está baixo, e pode afetar no momento da freada.É importante parar num posto de combustível ou ir numa mecânica para completar o óleo.

9-Quando acende, significa que a bateria pode estar com problema de carga, ou até no alternador, o dispositivo responsável em carregar a bateria e fornecer energia para o veículo com o motor ligado.

No caso de estar com o veículo em movimento e perceber que esta luz acendeu, pode ser que a bateria não está sendo carregada, assim, pode afetar toda a parte elétrica. Chame um guincho que poderá dar uma carga na bateria, para garantir a volta para casa, eletricista ou até um mecânico.

11-Quando acende abs, significa que o ABS pode estar com problemas, podendo resultar em uma condição fatal caso aconteça um acidente grave . É recomendado levar para o mecânico verificação do mesmo.

12-Quando fica constantemente acesa , significa que atingiu o nível de gasolina reserva e é necessário o abastecimento do veículo. O melhor é sempre prevenir e evitar de andar na reserva,por que pode prejudicar o motor com sujeiras depositadas no fundo do tanque.

13-Quando a luz fica acesa , significa que o carro tem algum problema, só que não identifica qual é o tipo. O recomendado é levar ao mecânico o quanto antes.

14-Quando esta luz permanece acesa , significa que a transmissão automática ou a injeção eletrônica em carros automáticos está com algum defeito . A melhor opção ligar para o seu mecânico ou mecânica de confiança.

15-Quando fica acesa , significa que o veículo esta com uma lâmpada queimada. Lembre-se faça a troca urgente porque além de diminuir a visibilidade no escuro, a sua como  a do outro também gera multa.

16-Quando acende, significa que o carro está com algum problema no sistema elétrico, como não é um problema mecânico, recomenda-se  levar ao eletricista de confiança.

17-Quando acende , significa que um dos passageiros não colocou o cinto de segurança obrigatório, inclusive nos bancos traseiros.

18-Quando acende significa que pode haver problema com o Airbag. Para sua segurança e dos outros recomenda-se levar na concessionária ou uma empresa autorizada,

19- Quando acende essa luz , significa que o problema está no Airbag lateral. Procedimento igual ao item 18.

20-Quando acesa, significa que os pneus precisam de calibragem. Aconselhável que se leve ao posto para a calibragem dos pneus, caso não saiba quantas libras solicite informação ao frentista.

21-Quando acende ,Significa que o desembaçador do para-brisas está ligado. Lembre-se de desligar quando não for mais necessário o seu uso.

22-Quando aceso, indica que o desembaçador traseiro está ligado.

23- Quando acesa ,significa que o Overdrive no câmbio automático está ligado, usado para ajudar na velocidade e economia do combustível.

24- Quando acesa ,significa que a cadeirinha do bebê não está instalada de forma correta. Para os pais de plantão, fique mais atento a essa sinalização.

25- Quando acesa ,significa que a tração integral, 4x4 está ativada.

26-Significa que o esguicho do para-brisa está em funcionamento.

27-Quando acesa ,significa que está com problemas no fluído de freio, e pode não frear de maneira adequada. Procedimento é levar o carro ao mecânico.

28-Quando acesa ,significa que o piloto automático está ativado.

29-Quando acesa ,significa que as travas de segurança nas portas traseiras estão acionadas, isso, evita que as crianças sentadas atrás abram a porta do carro.

Para que todas essas dicas e informações possam ser utilizadas, mantenha a manutenção preventiva em dia, buscando profissionais de autoelétricas. Assim você cuida do seu veículo e ele cuida de você.

 

 

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